FANFIC INDIANÁPOLIS, CAPITULO 35

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance






vocês não tem noção do quanto fico feliz quando vejo as recomendações, as indicações no face, todos os reviews. Fico muito feliz e cada vez me empenho mais, sempre tentando arranjar um tempinho pra escrever, e poder trazer capítulos legais pra vocês. Muito obrigada mesmo, estou radiante com o carinho de vocês.

SOBRE O CAP: não tem romance, é sobre o desenrolar da fic e descobrindo coisas e um final que vai alegrar vocês. Prestem bem atenção a cada linha escrita abaixo e vocês entenderão tudo sobre a fic.



Deduções surpreendentes
POV Isabella
Acordei com o corpo pesado, minha cabeça dava leves pontadas de dor e minha vontade era me esconder mais no abrigo dos meus lençóis e só levantar quando esse pesadelo tivesse acabado. Todavia, eu sabia que o pesadelo só acabaria se eu me levantasse e pegasse esses malditos que estão fazendo questão de me destruir.
Tomei um rápido banho e falei com minha mãe pelo telefone. Edward ainda estava na mesma, eu já imaginava que ela daria essa resposta, entretanto, escutar isso é sempre ruim.
Desci as escadas e todos já estavam à mesa tomando o desjejum.
– Bom dia a todos. – cumprimentei brevemente e me sentei, forçando algo a descer em minha garganta.
– Vou logo adiantando para que você não tenha que ler os jornais. – Rosálie começou. – Notas falando sobre a morte de Jéssica dentro do seu escritório, possíveis motivos, porém, relaxe, nenhum que envolva seu nome.
– Nenhum jornal do estado de Indiana ousaria levantar algo contra mim. – declarei friamente.
– De qualquer forma, eu vou acompanhar tudo que sair na mídia sobre esse caso. – ela deu de ombros.
– Senhorita Swan, o senhor Rodrick Smith a está aguardando. – Uma das empregadas me informou.
– Diga para que me espere no escritório. Estarei lá em instantes. – ela assentiu e saiu da sala de jantar.
Terminei meu café da manhã, fui até meu quarto escovar os dentes e pegar minha bolsa.
Desci até o escritório da minha casa e Rodrick estava sentado em uma poltrona me esperando.
– O dossiê. – ele mostrou uma pasta preta pra mim. – E informações sobre o que a senhorita Hale levantou ontem.
Caminhei apressada até a mesa e me sentei, pegando o dossiê e o folheando por alto.
– Vamos começar pelo que Rosálie conseguiu ontem. – pedi e ele assentiu.
– Muito bem. – ajeitou seu terno alinhado. – Três dos números que ela havia ligado eram de vizinhas dela, provavelmente amigas, ou seja, nada importante para nós. – assenti e continuei em silêncio para que ele prosseguisse. – O penúltimo número que ela ligou é do gerente do seu banco, e o último... – ele me deu aquele olhar de que era algo importante. – Pelo que rastreamos, o dono daquela linha é Victória Dwyer. – franzi o cenho.
– Dwyer? Tem certeza? Não seria Victória Holand? – ele negou. – Céus... Das duas uma: Ou existe mais uma pessoa nessa jogada, também chamada Victória, ou Victória Holand ou Dwyer, são a mesma pessoa. – girei em minha cadeira. – O que é irrelevante diante do fato de que Dwyer era o sobrenome da amante do meu pai.
Rodrick abriu a pasta preta, o dossiê, e passou algumas páginas, parando em uma específica e me mostrou.
– Leia. – ele pediu.
Victória Dwyer, filha de Renée Dwyer e Phillip Stark. Não carrega o sobrenome do pai por motivo do mesmo nunca tê-la reconhecido como filha, e a mãe não acionou a justiça. Phillip faleceu no início dos anos 90 por motivo de infecção generalizada. Ele era portador do Vírus HIV. Renée morreu em 1997, após uma crise de overdose que foi agravada por motivos de também ser portadora do Vírus HIV. Victória Dwyer tinha 14 anos na data referida. Victória permaneceu na casa onde vivia com sua mãe por um mês antes de ir para a casa de Samantha Faifh, vizinha que cuidou de Victória após o falecimento de Renée, fato que não foi de conhecimento da justiça, que havia determinado à família a busca imediata da adolescente. Victória recebeu visitas constantes de um homem durante esse mês, saindo escassas vezes de casa e sempre com roupas cobrindo o corpo todo. Quando foi morar com Samantha, as visitas desse homem supracitado se encerraram. Ela permaneceu dois anos com a vizinha. Quando tinha 16 anos, sua tia Susan Dwyer passou a cuidar da adolescente. Victória terminou o colegial e começou a trabalhar como garçonete no restaurante La D’oré. Após isso, casou-se com Johnny Holand, 60 anos na época. Victória Dwyer passou a se chamar Victória Holand, graduou-se em Jornalismo e iniciou seus trabalhos na revista Poise. Após o falecimento de Johnny Holand, Victória herdou todos os bens e ações, assumindo assim a nomeação de dona da grande rede de supermercados JH Market, abandonando sua vaga cativa na revista Poise e fazendo algumas reportagens com pessoas influentes como freelancer, vendendo-as para revistas e jornais de grande circulação.
– Victória é filha de Renée... – balbuciei ainda digerindo as informações. – E esse homem que visitou durante um mês a casa em que ela ficou sozinha aos 14 anos?
– Provavelmente seu pai, Isabella. Nós fizemos de tudo para conseguir o nome, porém, ninguém tinha essa informação. Pelas descrições, era seu pai. – parei por um instante e repassei o texto em minha mente.
– Ela quase não saía de casa nesse período, e sempre que aparecia era com roupas cobrindo seu corpo todo... O que isso pode significar? – indaguei.
– Violência física, maus tratos, violência psicológica, sexual... Pode significar muitas coisas ruins. – Céus, meu pai seria capaz de maltratar uma adolescente? E qual seria o motivo? Raiva de sua mãe por tê-lo infectado com Aids?
– Me dê sua visão geral sobre tudo isso, Rodrick. Eu estou totalmente perdida. Não consigo entender a ligação de Jéssica com Victória, com Mike, com meu tio e com esse James Durak. – pedi agarrando meus cabelos.
– Baseando nos fatos que levantamos no dossiê e nas informações que a senhorita Hale nos forneceu, eu pesquisei um pouco mais sobre James Durak para tentar entender isso tudo que está acontecendo. – me mantive em silêncio, prestando atenção ao que ele falava. – James é um advogado que só pega casos pequenos, fáceis de vencer em um tribunal, apenas para desviar o foco. Ele tem muitos conhecidos no meio judiciário e legislativo, e tem ligações com o crime organizado. Traficantes e quadrilhas especializadas em grandes assaltos. Aparentemente, é amigo próximo de Victória Holand. Tenho informações seguras de que ele freqüenta a cobertura luxuosa que ela mantém no centro da cidade. Seus encontros com Aro Volturi iniciaram há um ano e sua ligação com Jéssica se iniciou há três meses.
– O que isso significa? – as coisas começavam a se encaixar em minha cabeça.
– Possivelmente James seja o articulador de Victória, já que essa não se expõe. Ela era realmente a outra menina na foto com Jéssica Stanley, e posso dizer que ela não se aproximou de seu noivo por acaso.
– Mas ela não tinha como saber que Edward, que na época não era de conhecimento público que ele era meu namorado, iria entrar pra NASCAR. – ponderei.
– Isso nos leva ao fato de sua vida já estar sendo observada há um tempo. Provavelmente ela estava esperando o melhor momento para iniciar todo o processo.
– Aro? – não sei por que perguntei, eu já sabia a resposta.
– Tudo nos indica que sim. – assenti ainda espantada com tudo. – Porém, Jéssica já era uma infiltrada em sua empresa sem sequer saber. Ela foi contratada pelo seu pai por indicação de Carlton McCoy, amigo próximo do casal Johnny e Victória Holand, e também amigo de seu pai. Carlton mentiu que ela era filha de um amigo dos tempos de escola, e seu pai a contratou. Jéssica trabalhou esse tempo todo na empresa sem saber disso. Ela só foi contatada por Victória há poucos meses e não se importou em ajudar a amiga, provavelmente, e também recebeu um dinheiro por fora, obviamente.
– Jéssica ganhou dinheiro nisso tudo e também ajudou uma amiga de infância. Ok. Aro ganharia mais tempo na presidência da empresa, e dependendo dos danos causados em minha vida, seria presidente por longa data. Ok. James Durak é amigo de Victória e não deve estar cobrando barato por seus serviços também. Ok. A pergunta é: O que Victória ganharia fazendo isso tudo comigo? – Olhei ansiosamente para Rodrick.
– Sinceramente, Isabella? Eu não sei. Ela não é filha biológica de seu pai, é realmente filha de Phillip Stark. As datas e fatos comprovam isso, eu já averigüei, portanto, nenhum direito a nada da família. – pude respirar um pouco mais aliviada. – Nós podemos supor vingança pessoal, o que é estranho já isso só se iniciou após o falecimento do seu pai.
– Há a possibilidade de nós estarmos pegando um caminho errado nas suposições? – Rodrick ponderou por um momento.
– Quando se trata de suposições, sempre podemos estar no caminho errado, mas eu realmente acredito que o que deduzimos é a realidade. O que nos resta descobrir é o motivo. E obviamente, pará-la antes que seja tarde. – senti um arrepio gelado atravessar minhas costas.
– Sim, temos que pará-la. – pensei em tudo por uns instantes. – Mike Newton e Johnson Carter têm algo haver com isso?
– Pelo que pude levantar, não. – assenti. – Mike Newton passou a se encontrar com Jéssica Stanley nas últimas duas semanas, um flerte comum da parte dela e acredito que ele se aproximou para obter informações suas. Meus homens que a seguiam puderam notar isso. E o senhor Johnson Carter realmente não tem ligação nenhuma nesse meio. Não tem algo haver com o acidente, e no momento, está tentando de todos os modos abafar o tema, temendo que sua equipe perca patrocínios e popularidade.
– Vou poupá-lo do ataque de fúria que eu já havia planejado pra ele então. – consegui sorrir em meio a essa confusão.
– Sim, devemos manter o foco. – Rodrick concordou com um meio sorriso de lado.
– Será que então Aro matou Jéssica? – perguntei duvidosa. Aro poderia ser ardiloso e falso, mas era terrivelmente medroso para sujar suas mãos assim.
– Não, no momento do crime ele estava em uma reunião com o grupo de recursos humanos. O que é engraçado é que essa reunião foi convocada em cima da hora, com urgência, e para falar sobre um assunto absolutamente irrelevante. Ele sugeriu que fizessem uma pesquisa de satisfação com todos os funcionários do escritório central. – assenti sabendo onde Rodrick queria chegar.
– Ele foi acionado por James, provavelmente, e convocou essa reunião para tirar o foco de cima dele. Assim, ele nunca seria um suspeito. Eles devem achar que nós somos burros e que não estamos investigando. – ri sarcasticamente. – Eu passo a imagem de herdeira protegida que diante do perigo se esconde e espera tudo se resolver? – ele negou. – É, eu não passo essa imagem e eles sabem disso. Aro me conhece também. Tem algo mais por trás desse álibi. – bati meus dedos na madeira grossa da mesa e pensei.
– Algo nas salas do setor de R.H.? – Rodrick também ponderava.
– Não... Lá não teria nenhuma serventia para eles. – pensei um pouco mais e uma luz se acendeu em minha cabeça. – A sala de Aro. Ele tendo que convocar uma reunião, ele teve que sair de sua sala e ir para a sala de reuniões que há no prédio.
– E como eles poderiam se utilizar disso? – Rodrick parecia estar gostando da minha linha de raciocínio.
– Bem, eu não sei... – fomos interrompidos por Rosálie que entrou no escritório com semblante assustado. – O que houve, Rosálie? Edward? – perguntei já me levantando alarmada. Teria acontecido algo com ele? Meu coração já disparava em meu peito.
– Não. – ela respondeu e eu pude respirar novamente. – Isabella, acho melhor você se sentar. Acabei de receber uma ligação enquanto te esperava pra irmos juntas até a empresa. – ela tomou fôlego e nesse ato eu soube que ela não me diria nada de bom. – Aro será indiciado pela morte de Jéssica. A arma do crime foi encontrada na gaveta da sala dele.
Talvez essa fosse a resposta para o que eu e Rodrick estávamos discutindo.
[...]
As conseqüências do escândalo, que eu ainda consegui amenizar um pouco, de Aro sendo indiciado pela morte de Jéssica mancharam bastante o nome da minha empresa.
O preço das ações caíram consideravelmente, perdemos investidores e tínhamos a mídia negativa em cima de nós. A Kasaki Gear, equipe com a qual eu havia fechado contrato de um ano na fórmula 1 estava a um passo de rescindir, e a Newton Speed, equipe qual eu havia entrado no páreo pela briga do contrato, cortou qualquer chance da Swan Spa permanecer nas rodadas de negociações.
Minha mãe estava muito abalada com tudo que estava acontecendo e eu agradecia a Carlisle por estar sempre ao lado dela, tentando mantê-la bem. Eles também estavam o tempo todo ao lado de Edward, já que eu não podia ir pra lá.
A equipe de Rodrick não conseguia localizar os passos de Victória, a única coisa que sabíamos é que em Houston ela não estava. Montamos um forte esquema de segurança em torno do Hospital San Martin para garantir a segurança de Edward, Carlisle e Esme.
James Durak era outra figura difícil de encontrar. Seguranças do nosso time invadiram o luxuoso apartamento dele, o escritório de advocacia, porém não encontramos nada que nos valesse a pena. Ele e Victória praticamente desapareceram.
A rede de supermercado dela estava sendo gerenciada por um dos diretores do grupo, empregado de longa data de Johnny Holand, e, pelas nossas investigações, um homem honesto que não teria informação alguma para nos dar.
Eu sabia que não havia sido Aro o assassino de Jéssica, e sabia também que ele foi passado pra trás nesse esquema, já que foi induzido a convocar uma reunião de última hora, pensando que foi alertado a fazer isso para ter um álibi, e no entanto, a arma do crime foi posta em sua sala durante esse tempo. Tempo em que, friamente calculado, Aro recebeu uma ligação e se ausentou da sala de reuniões por 10 minutos. De acordo com a polícia, tempo suficiente para ir até o andar da minha sala, matar Jéssica e voltar para a sala de reuniões.
Eles calcularam tudo. Não são fracos, obviamente. Só me restava aguardar a resposta de Rodrick sobre a invasão no sistema de monitoramente de segurança do prédio. Seu amigo especialista em informática, para não chamá-lo de hacker, vinha trabalhando nisso nos últimos dois dias e por enquanto a única coisa que podíamos fazer é aguardar. Já que James e Victória também parecem estar aguardando algo.
Tentei entrar em contato com Aro para que ele me falasse sobre o esquema, entretanto, ele deve estar sob algum tipo de ameaça ou realmente me odeia, pois apenas disse que não tinha nada a dizer sobre isso e não sabia como a arma foi parar em sua sala. Ele estava em liberdade enquanto os advogados resolviam tudo até o julgamento. Não poderia sair da cidade e estava sob vigilância, por isso, mantinha-se trancado em sua mansão.
– Isabella, está na hora de ir pra casa. Você precisa descansar. – Alice entrou em minha sala e falou calmamente. Ainda faltavam dois meses e meio para seu curso terminar e ela enfim vir trabalhar comigo, porém, diante dos fatos, ela reorganizou suas últimas aulas e conseguiu ter que ir apenas nas terças e quintas para a faculdade na parte da manhã, podendo assim vir me ajudar na empresa.
Se fosse em outros tempos, eu teria dado uma resposta áspera a quem me falasse isso. Mas eu sabia que ela só estava preocupada, porque ela se importava comigo. Pelo menos agora eu sabia isso.
– Tudo bem, Alice. Você está certa. – sorri fracamente e peguei minhas coisas.
[...]
Após tomar um relaxante banho, resolvi descer pra jantar. Eu ligaria depois para minha mãe.
– Essa comida está com o gosto estranho. – comentei displicente. Qualquer comida pra mim não teria gosto algum. Nem fome eu conseguia sentir. Apenas me alimentava para me manter de pé.
– Pra mim ta gostosona como sempre. – Emmett disse sorrindo e mostrando suas covinhas infantis. Sorri com a lembrança de Edward e ele sorrindo e dançando de forma afeminada no meu aniversário. Senti aquela picada de lágrimas por trás dos meus olhos e respirei fundo para contê-las.
– Emmett, até se você comer pedra ensopada você dirá que está gostoso. – Alice brincou arrancando alguns sorrisos dos presentes à mesa.
– Se tiver com um tempero bom. – Emmett deu de ombros fazendo Rosálie revirar os olhos. Eles eram um casal bonito. Pra dizer a verdade, eu não havia reparado em o quanto minha amiga era feliz ao lado dele. Aliás, eu não reparava em nada que não fosse diretamente ligado a mim, e reconheci que isso era um erro. Eu me arrependia de ter sido tão egoísta com todos que sempre me amaram.
– Senhorita Swan, sua mãe ao telefone. – a empregada me estendeu o telefone sem fio assim que adentrou a sala de jantar.
Franzi o cenho e senti meu coração falhar uma batida. Minha mãe sabia que eu ligaria pra ela após o jantar. Será que houve algo?
– Mamãe? – atendi com a respiração engatada.
– Filha... – ela chorava e o desespero tomou conta de mim.
– Mãe, pelo amor de tudo o que é mais sagrado, o que está havendo? – eu já me sentia tonta com a possibilidade ter acontecido algo com Edward.
– O que houve, Isabella? – Rosálie perguntou e de repente todos estavam me olhando de olhos arregalados. Meu semblante não devia estar dos melhores.
Fiz sinal para que todos se calassem.
– Mãe, o que houve? Fala comigo, mãe. – ela soluçou do outro lado e depois sorriu.
– Edward acordou, minha filha. Ele acordou! – o telefone escorregou de minha mão e eu acho que Jasper o pegou.
Ele falava algo com minha mãe, porém eu não conseguia definir.
Eu estava concentrada no alívio que invadia meu coração. Na emoção de saber que meu amor havia acordado. Ele acordou pra mim, ele voltou pra mim. Meu coração gritava. Eu sabia que ele não teria condições de falar ao telefone agora, deveria estar passando por uma bateria de exames e não seria bom forçar um momento de emoção forte com ele recém–acordado.
Minha alegria explodiu em forma de lágrimas e depois de soluçar bastante, percebi que era observada por todos.
Senti minhas bochechas esquentarem de constrangimento. Eu nunca fui de chorar e quando o fazia, não gostava de ter ninguém ao meu lado. Nesses acontecimentos todos, eu apenas chorava em meu quarto, sozinha ou com minha mãe ao telefone.
– Não se sinta mal. Chorar faz bem, põe pra fora o que estamos guardando. E quando é de alegria, melhor ainda. – Rosálie disse e me abraçou de lado.
Limpei minhas lágrimas e me levantei, olhando para todos.
– Vamos imediatamente para o Texas!


E então, gostaram? Capítulo esclarecedor... Eu amo a eficiência do Rodrick e a inteligência e sagacidade da Isbella.
Edward acordou!!!! Ebaaa... Próximo cap vou me empenhar em colocar muito amor.

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