FANFIC INDIANÁPOLIS, CAPITULO 36

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance






Boa noite, primeiramente gostaria de agradecer a Liane Cullen pela linda recomendação. Obrigada, de coração! Cada palavra me deixa muito feliz.

NOTA 1: Para quem ficar com dúvidas, vou esclarecer. Edward não ficou tão machucado porque os carros de corrida tem proteções especiais, pois o acidente já é esperado, então ele só fraturou o femur e uma costela, como descrevi no penultimo capitulo e nesse também falarei.

NOTA 2: Na dificuldade na fala de Edward, eu me baseei em meu primo quando saiu do coma. Tambem foi acidente automobilístico em que ele bateu a cabeça muito forte. E pesquisei também. Há vários casos em que as pessoas saem do coma com sérias dificuldades na fala. Mas com o Ed eu amenizei.

NOTA 3: Eu sei que tenho leitoras mais novas e amo isso. E para as que tem duvidas e pergurtam, e eu acho o máximo que vcs realmente perguntem, eu já digo: todas as sensações e reações que acontecem com a Bella, eu escrevo por experiências minhas. Obviamente, coloco palavras bonitas e romanticas. Acho bom quem tenha duvida e pergunte sim, pq todas nós mulheres devemos conhecer o sexo e saber que nosso corpo pode nos dar sensações maravilhosas, basta quebrarmos esse tabu e falarmos abertamente sobre sexo, pesquisar e trocar palavras com amigas.



Voltando pra casa
POV Isabella
A cada passo que eu dava meu coração ameaçava sair pela boca. De repente, os corredores do hospital ficaram longos demais, tudo estava longe demais... Edward estava longe demais.
Peguei o último corredor que me levaria até ele. Era muito bom que ele tivesse saído da UTI e ido para um quarto comum. Eu não aguentaria vê-lo cheio de tubos novamente. Aquela era uma imagem que eu gostaria de apagar para sempre da minha memória.
– Mãe. – falei rapidamente enquanto entrava no quarto dele. Talvez uma enfermeira tenha tentado me impedir de entrar sem dar meu nome antecipadamente, entretanto, meu irmão e os outros que vinham logo atrás poderiam resolver isso.
– Filha, que bom que chegou, ele não para de perguntar por você. – ela disse dando um grande sorriso e me abraçando brevemente.
Deixei meus olhos vagarem pelo luxuoso quarto de hospital e o vi deitado no leito. Ele estava com aquela roupa de hospital e sem lençol algum por cima do corpo, ainda assim, estava lindo.
– Edward... – as palavras fugiram de minha boca.
Me aproximei dele e ele abriu aquele sorriso torto que eu tanto senti falta.
Encostei-me à cama e toquei de leve sua testa. Ele fechou os olhos em deleite e seu sorriso aumentou. Quando ele abriu os olhos, me fitou intensamente com aqueles diamantes azuis com leves traços esverdeados. Céus, tão lindo.
– Beha. – ele disse emocionado e percebi seus olhos marejando. Franzi o cenho.
– Quê? – olhei rápido em direção a minha mãe e Carlisle. – O que houve?
– O médico disse que é natural ele ter essa dificuldade no pós-coma. Amanhã mesmo uma fonoaudióloga virá iniciar as sessões intensivas com ele. O médico garantiu que em poucos dias ele recupera a dicção correta. – ela explicou. – Vou lá fora falar com os outros e deixar vocês a sós. – Assenti e ela e Carlisle saíram do quarto.
Olhei novamente para Edward. Seus olhos estavam marejados e pareciam conter medo e... Vergonha?
– Estou tão feliz que você acordou. – deixei minha própria emoção extravasar em forma de lágrimas. – Eu tive tanto medo, meu amor. – beijei sua testa e ele levantou os braços para me segurar perto. Seu toque era leve, como se não tivesse forças.
 Beha... Eu ão consigo faar. – ele disse agoniado e eu tive que prestar bastante atenção para entende-lo.
– Calma... Você precisa ter calma, Edward. Algumas sessões com a fonoaudióloga e você voltará a falar normalmente. – passei a mão carinhosamente em sua testa e ele deu um sorriso triste.
– Eu fiei com medo de morrer e unca mais te ver. – uma lágrima desceu por seu rosto e eu senti as minhas próprias se derramando.
– Shhh, não pense nisso. Você está aqui comigo, está bem. – limpei minhas lágrimas.
– Eu ão sei o que aconeceu. Eu ão conegui parar, ão consegui virar o voante. – suas lágrimas voltaram a descer e ele parecia torturado.
– Não foi culpa sua, meu amor. Não chore, por favor. – a dor corroía meu peito. – Foi tudo culpa minha. – ele tentou negar e eu pus um dedo em seus lábios para que eu pudesse explicar. Deus me ajude! – Edward, seu carro foi sabotado. – seus olhos se arregalaram. – Sim, sabotado. E foi tudo com intenção de me atingir. É uma longa história que depois te explicarei melhor, mas aquela repórter, Victória Holand, ela está armando pra mim. E ela quis te usar pra me fazer sofrer. No dia que você sofreu o acidente, eu recebi uma mensagem para que eu colocasse 30% das ações da Swan Spa à venda ou ela faria algo. Eu não fiz isso e você sofreu as consequências. – solucei em meio ao meu choro. – Me perdoe, meu amor. Eu não sabia que ela faria isso com você. Me perdoe, por favor.
Edward permaneceu quieto por um tempo.
– Eu recebi uma menagem antes da coída. – ele franziu o cenho. – Faava sobi você ão ter me escoído... Ão lembo dieito. – ele fechou os olhos por um momento e depois os abriu. – Udo bem, você ão tina como saber. – deu um leve sorriso e eu senti meu coração se comprimir.
Meu Deus, ele era tão bom! Sofreu um acidente gravíssimo, quase morreu, ficou em coma, acordou com a dicção afetada e mesmo assim não hesitou em me perdoar.
– Você aina me quer, mesmo eu faando assim? – ele perguntou com o olhar agoniado.
– Meu Deus, Edward. É lógico que eu te quero. Você é quem deveria não me querer, já que seu acidente foi culpa minha. – fechei os olhos tentando conter minhas lágrimas que eram de desespero, emoção, felicidade, tristeza e agonia. Tudo ao mesmo tempo. – Se eu não tivesse me aproximado de você, sua vida não estaria correndo perigo, sua família estaria ainda tranquila e sem risco. É tudo minha culpa, e eu nem sei sequer o que eu fiz para essa Victória me querer tão mal. – desabafei. – Você deveria querer se afastar de mim, voltar pra sua vida simples e tranquila. – lamentei.
– Ão! Eu ão queo ficar onge de você. – ele disse apressado.
– Sim, meu amor. Eu também não quero, na verdade, não suporto ficar longe de você. – beijei de leve seus lábios ressecados. – Eu... Eu... – ele me olhava ansioso e as palavras estavam engasgadas em minha garganta. Era agora, eu tinha que abrir meu coração pra ele. Mostrar que todo amor que ele me deu serviu pra abrir as portas do meu coração também. – Edward... Eu... – um estrondo na porta.
– Irmão, que bom que você acordou. – Alice entrou rapidamente e o abraçou pelo outro lado do leito.
– Aíce. – ele sussurrou também emocionado, virando seu rosto pra ela. Eu me afastei lentamente.
– Cara, não me dá um susto desses de novo não. – Emmett se espremeu ao lado de Alice e o olhou de com o evidente carinho de irmão. – É sério, você não pode mais fazer essas coisas. Eu sou mais velho e você deve me respeitar. – ele tentou soar sério, mas acabou arrancando risos de todos no quarto.
Minha mãe, Carlisle, Rosálie e Jasper haviam entrado também.
– Eu tô bem, aso ruim ão queba a toa. – ele brincou e todos sorriram, entretanto, dava pra ver a preocupação e compaixão nos olhos de todos. Não era bom ver Edward assim, com dificuldades, e nós podíamos ver que apesar da sua máscara de tranquilidade, ele estava apavorado e com vergonha de estar assim. Seu orgulho masculino estava seriamente ferido em expor essa fragilidade na fala.
Pouco tempo depois, ele dormiu.
– Temos que procurar um hotel. – Jasper informou.
– Sim... Às duas horas da manhã. – Rosálie bufou olhando em seu relógio e já pegando o celular para fazer contato.
– Vão vocês, eu vou ficar aqui. – avisei a todos.
–Se é o que você quer, querida... – minha mãe ponderou e eu assenti, afirmando que eu queria aquele tempo a sós com meu noivo. – Logo pela manhã estaremos de volta.
Eles saíram do quarto e eu fiquei sozinha com um Edward adormecido naquele silêncio.
Sentei-me na poltrona para acompanhante e enfim pude repassar tudo em minha cabeça.
O acidente de Edward foi um aviso sério de que ela não estava brincando. A nota que Johnson Carter divulgou sobre o acidente informa que foi um erro de utilização do carro. Ok, agora a culpa dele ter dois mecânicos corruptos em sua equipe era de Edward? Carter terá seu tempo ruim comigo mais tarde. Jéssica foi assassinada depois de falar com Victória ao telefone, e pelo que Rosálie informou, ela pedia dinheiro pra fugir. Jéssica foi uma espiã por algum tempo. Aro foi enrolado e está levando a culpa da morte dela, e tem o fato de ter sido espião na empresa por mais de um ano. Bem, um ano de contato entre ele e James Durak, porém, quem me garante que ele não está nisso há muito mais tempo? Eu tinha que considerar essa possibilidade. Primo do meu pai por parte de mãe, sempre teve inveja de tudo que meu pai conquistou e sempre foi um frustrado por não ter competência para assumir a empresa de verdade, é um presidente de fachada, piada entre os grandes executivos do nosso país. Entretanto, eu tinha certeza, seu ódio é direcionado a mim. Uma mulher que aos 24 anos assumiu o grupo Swan Spa, em vez dele, um homem com mais de 50 que não tem competência para gerenciar uma padaria de bairro.
Devo dar atenção também ao fato de Victória e James estarem sumidos. Calmaria em meio a tempestades nunca é bom sinal.
[...]
Dois dias se passaram e nós voamos de volta a Indianápolis.
Não consegui ter mais nenhum momento a sós com Edward. Pelo menos não um em que ele também estivesse acordado. Sua dicção estava melhorando e ele iria continuar as sessões com a fonoaudióloga em casa.
Eu queria manter todos em casa, pelo menos lá, era um lugar em que eu sabia que eles estariam seguros.
Pousamos no aeroporto de Indianápolis e logo os seguranças vieram em quatro carros para nos buscar. Eu não me importava mais em andar no mesmo carro que os seguranças. O momento era de extrema cautela.
Chegamos à mansão sem qualquer problema e cada um seguiu para seu quarto a fim de tomar banho e descansar.
– Como você está? – Rosálie me parou no corredor, antes que eu entrasse em meu quarto acompanhando Edward.
Esperei ele entrar totalmente em nosso quarto e deixei meus ombros caírem.
– Perdida. É exatamente assim que eu me sinto. Não sei o que motivaria Victória a fazer isso. – lamentei. – Tenho um palpite que Aro está nisso há muito mais tempo do que imaginamos. – ela me abraçou complacente. – Eu não sei o que esperar, Rosálie. Tenho medo por todos vocês que podem sofrer algo por minha causa. Já considerei a hipótese de enviar todos a outro país, entretanto, não sei se sem o apoio de vocês eu conseguirei passar por isso. – ela me abraçou mais forte.
– Nem pense nisso, nós estaremos ao seu lado. Mesmo que apenas eu esteja por dentro de toda a situação, tenho certeza que o resto da família está com você, mesmo sabendo das coisas apenas superficialmente.
– Obrigada, Rosálie. – me soltei do seu abraço. – Bem, vou entrar agora e tentar esquecer que o mundo aqui fora existe. – sorri triste.
– Vai curtir seu gato, vai. – ela piscou. – Faz bastante amor, extravasa, solta essa tensão do seu corpo. – brincou e se afastou.
Entrei no quarto e fui diretamente para o banheiro.
Edward estava se secando e eu fiquei um tempo parada, admirando seu corpo nu. Obviamente ele havia emagrecido um pouco pelos dias no hospital, mas ainda estava lindo, como sempre.
– Vai icar me secando? – piscou safado e eu sorri. Deus, eu não sei o que faria se o tivesse perdido!
– Muito tempo sem você. – caminhei até ele e biquei seus lábios. – Me espere acordado, preciso matar a saudade do seu corpo. – ouvi um suspiro seu enquanto eu tirava minha roupa e entrava no Box.
Ao sair do banho, ele estava deitado na cama, com os braços por trás da cabeça e fitava o teto.
POV Edward
Eu tinha sobrevivido. Graças ao bom Deus, eu estava aqui ainda. Não foi fácil, eu tive medo, acordei perdido e me assustei ao saber que dormi por seis dias. A bem da verdade, fiquei em coma por seis dias.
Emagreci, sinto sono por causa dos remédios para dor, minha coxa fica latejando às vezes por conta da minha fratura do fêmur, minhas costas doem no local onde fraturei uma costela... No mais, estou bem. Afinal, estou vivo. Estou com minha família e com a mulher que amo.
Não entendi muito bem quando ela disse que meu acidente foi proposital e que Victória estava por trás disso. Por que Victória me faria mal? Somos amigos, oras. Tão pouco entendi quando Isabella mencionou que isso era alguma forma de atingi-la. As coisas estavam bem confusas e eu não conseguia encaixar nada em minha cabeça. E tinha aquela mensagem que recebi um pouco antes da corrida. Tudo ainda era muito confuso em minha cabeça.
– Voando alto? – senti seu toque quente em meu braço direito e a olhei.
– Oi... ão vi você saino do baneiro. – sorri ainda um pouco sem graça pela minha fala errada.
Era uma merda ainda falar assim. O médico me explicou que era por causa do trauma que eu havia sofrido na batida forte da cabeça e porque meu cérebro ainda estava afetado por tudo. A bem da verdade, eu não consegui entender muita coisa do que ele explicou, apenas sei que devo permanecer em repouso, fazer as sessões com a fonoaudióloga e evitar movimentos bruscos.
– Você parecia distraído. – ela me beijou de leve na testa e tirou seu roupão, mostrando-me seu belo corpo nu. Senti minha respiração ficar mais pesada diante da maravilhosa visão. Parecia que a última vez em que eu a havia possuído tinha sido no século passado.
Ela jogou o roupão por cima do criado mudo ao seu lado e se deitou. Eu a abracei puxando para se deitar em meu peito e acariciei seus cabelos.
– Bom icar assim com você. – beijei sua testa e fechei meus olhos com força. Droga, essa merda de fala que ainda estava afetada. Eu queria tomar seu corpo essa noite, mas dava pra enxergar em suas atitudes que ela estava me vendo como um doente, um debilitado.
– Sim, muito bom... – ela suspirou. – Sua fala está melhorando. – gemi frustrado. Ela não precisava falar isso pra me fazer sentir melhor. – É sério, Edward. – se virou e encostou seu queixo em meu peito, de modo a poder me olhar nos olhos. – Logo logo, você estará falando normalmente. Graças a Deus que as consequências foram só essas... Eu não agüentaria perder você. – percebi seus olhos brilharem pela sua emoção. – Eu... Eu simplesmente não sei mais viver sem você.
– Beha... – acariciei seu rosto. – Eu te amo. – uma lágrima solitária desceu por seu rosto.
– Eu queria te falar uma coisa... Eu já te disse, mas acho que você não escutou. – ela respirou fundo e parecia estar nervosa. – No começo do nosso relacionamento eu não estava muito aberta a sentimentos... E-eu achava que era só química, desejo... Sei lá. Entretanto, você sempre foi um homem carinhoso, atencioso e muito amoroso comigo. – ela tomou outra respiração profunda. – Com você eu senti desejo, tesão, prazer, ciúmes, insegurança, alegria, liberdade, agonia, felicidade... Com você eu me senti finalmente viva. E então, eu sabia que sentia algo mais que essa obsessão de querer você ao meu lado o tempo todo, só não conseguia admitir o que era. – acariciei seu rosto, limpando outra lágrima que descia em sua bochecha e sorri encorajador. Meu peito já se inflava por suas palavras. – Com você eu aprendi a dar valor às coisas certas... Ganhei uma nova família e consegui me reaproximar da minha mãe e do meu irmão. Com você eu finalmente entendi o que era ser feliz. – ela mordeu os lábios, parecendo estar nervosa e depois me deu um sorriso emocionado. – O que eu estou tentando dizer e estou me enrolando toda pra isso, é que... Primeiramente obrigada por ser tudo pra mim, o homem que qualquer mulher desejaria ao seu lado e eu te tenho só pra mim. – sorri com sua pontada de possessão. Deus, como eu amava essa mulher do jeito que era: possessiva, orgulhosa, teimosa... – Edward... Meu noivo, meu amigo, meu porto seguro... – ela subiu um pouco mais seu corpo por cima do meu, e eu tive que lutar contra a careta de dor que eu queria fazer por sentir uma pontada nas costas. Eu não estragaria esse momento deixando-a preocupada. Nossos rostos ficaram quase colados. Olhos nos olhos. Eu sentia em meu peito as batidas do coração dela. – Enfim eu admiti pra mim mesma... Eu amo você... Amo demais... Amo de um jeito que não sei explicar... Isso é além do que eu posso compreender... Eu só sei que você é tudo pra mim, é o ar que eu respiro, e imaginar uma vida sem você é como imaginar o mundo sem o sol. Frio, vazio, escuro e impossível de viver. Eu te amo, meu motorista idiota. – ela sorriu tímida e eu puxei seu rosto com força para o meu.
Ataquei seus lábios com fome, voracidade e paixão. Céus, ela me ama, ela me ama, ela me ama!
Nossas línguas se tocaram com saudade e eu senti aquela onda de calor e desejo percorrer meu corpo. Deus, como eu sonhei ouvir isso: Ela me ama!
Desci beijos por seu queixo e pescoço.
– Beha... Eu te amo tanto... Te queo tanto. – apertei seu corpo ao meu e meu membro pulsou dentro da boxer ao contato de sua feminilidade quente e totalmente disponível pra mim.
– Também te amo, Edward. Deus, como é libertador te dizer isso, poder corresponder a cada vez que você diz que ama. – ela segurou meu rosto com as duas mãos e piscou para conter as lágrimas. Acho que eu também tinha lágrimas de felicidade e emoção em meu rosto, mas eu não me importava. – Promete que você ficará comigo pra sempre. Promete que sempre estará ao meu lado, independente do meu jeito estressado, mandão e teimoso... Independente de qualquer coisa. Promete que quando eu estiver sendo aquela Isabella dura que você conheceu há meses atrás, você vai me abraçar apertado e me beijar até eu ser essa pessoa que eu sou agora, a sua Bella. – ela me beijou, mordendo meu lábio inferior e arrancando um gemido de mim. – Promete que não vai desistir de mim, que vai estar sempre ao meu lado. Eu tenho tanto medo de te perder. – ela me beijou de novo com abandono. Por mais que eu estivesse voando de prazer após sua declaração, eu estava confuso com seu desespero. Eu não iria a lugar algum, ela não precisava me pedir pra prometer nada. Eu nem sequer conseguiria imaginar ficar sem ela.
– Eu pometo, Beha... Eu icarei sempe com você. – eu prometi quando afastei nossos rostos apenas de modo a ficarmos comas testas coladas.
– Me ame, Edward... Me deixa sentir seu corpo... Me deixa matar a saudade de você. – ela pediu enquanto descia seu corpo pelo meu, depositando beijos e lambidas em meu peito.
– Sim, Beha... Te amaei sempe... Eu sou seu, meu amor. – ela beijou minha barriga enquanto descia minha boxer. Os arrepios que passavam por meu corpo estavam me deixando louco.
Logo senti sua forte respiração em meu pênis e gemi rendido à ansiedade de tomar seu corpo.
Ela envolveu sua mão quente em torno do meu comprimento e ele pulsou forte. Ela o olhava admirada, parecia estar matando a saudade de tê-lo à vista. Senti um sorriso se formar em meus lábios. Puta merda, era uma coisa quente ver sua mulher olhando tão encantada para seu pau.
Lentamente, ela aproximou seu rosto e envolveu apenas a cabeça em sua boca quente e aveludada. Quando senti sua língua em contato com a pequena fenda na glande, senti meus dedos dos pés se retorcerem e gemi como uma puta. Porra, como eu estava com saudade. Eu teria que me controlar para não gozar rápido.
– Sim, amor... Vai. – segurei seus cabelos que estavam tampando minha visão. Enrolei-os em torno do meu pulso e empurrei de leve sua cabeça para que ela me engolisse. Oh sim, essa visão é o paraíso.
Ela desceu vagarosamente a boca em meu membro, me fazendo sentir cada milímetro daquele abrigo quente, molhado e suave. E lá estavam os meus dedos dos pés se retorcendo como epiléticos.
Senti quando ela me levou à sua garganta. Óh sim, deep throat*, e ela fazia tão bem. Seria egoísmo eu pedir isso todas as noites? Senti sua mão subindo por minha coxa e arrepiando os pelos dali. Ela tocou a parte interna da minha perna e chegou às bolas. Certo, agora é oficial: estou gemendo como uma vadia!
Conhecido como garganta profunda: quando a mulher leva o pênis do rapaz ao fundo da garganta durante o sexo oral. A boca da mulher cobre todo o comprimento do pênis, causando uma sensação muito prazerosa ao parceiro.
– Hummm... Beha... Sim, meu amor! – empurrei de leve meu quadril pra cima e a senti engasgar um pouco, voltando a chupar apenas a cabecinha.
Sua mão acariciou minhas bolas e eu já sentia choques passando por meu corpo. Empurrei de leve sua cabeça pra baixo e ela entendeu o recado. Desceu beijos até as bolas e chupou uma de cada vez enquanto estimulava meu membro sofrido de prazer.
– É assim que você gosta? – ela perguntou enquanto me olhava de lá, com cara de safada. Estreitei meus olhos pra ela. Sim, essa era minha devassa, minha criação. Eu a apresentei para o prazer e as maravilhas de um sexo bom. Eu a fiz gostar de sexo. Meu homem das cavernas interior se gabava.
– S-sim... – engasguei. – É assim que eu osto. – nesse momento, nem minha dicção afetada poderia diminuir o prazer e erotismo do momento.
Ela voltou a chupar e lamber minhas bolas e manejar meu membro. Numa atitude ousada, desceu alguns centímetros sua língua e me tocou naquela união de peles hipersensíveis e meu quadril impulsionou de forma instintiva. Eu estava prestes a gozar.
– Beha... – segurei firme em seus cabelos e puxei de leve para afastá-la. – Páa... Po favor. – ela sorriu convencida quando percebeu meu desespero. Eu não queria gozar agora, não assim. Queria liberar meu prazer dentro do meu abrigo quente no meio de suas pernas. – Vem... – chamei desesperado.
Ela subiu de volta por meu corpo, fazendo questão de se esfregar em meu membro inchado.
Ela se alinhou de forma a nos conectarmos, mas eu neguei.
– Queo você aqui. – apontei para a minha boca. Ela sorriu safada e veio de joelhos até meu rosto, posicionando seu sexo molhado bem disposto à minha visão. Ao meu bel prazer.
Passei meu dedo indicador de leve por toda sua fenda e ela afundou seus dedos em meus cabelos. Com dois dedos abri os lábios de seu sexo e fui com minha língua diretamente ao seu clitóris, bem na pontinha de cima, colada à junção dos lábios, onde eu sabia que era prazeroso.
– Edward... Meu Deus, isso é tão bom... – ela gemeu entregue enquanto sacudia seu quadril.
Mantive minha língua molinha e em movimentos rápidos, já sentindo suas pernas tremerem.
Deslizei um dedo dentro dela e fiz aquele movimento de “vem cá” onde sabia que atingiria seu ponto G. Sim, toquei incessantemente aquele ponto durinho dentro do seu canal. Ele ficava, geograficamente, bem atrás do seu clitóris, e junção do carinho molhado da minha língua e meu dedo acariciando seu ponto interno de prazer, senti as paredes internas de Bella se espremendo, seu clitóris durinho, e então aquele líquido meio salgado-meio doce escorreu. Mais alguns movimentos de língua e dedo sincronizados e o líquido escorreu novamente. O quão fodidamente pode ser gostoso beber do néctar de prazer da mulher amada? Óh foda-se, era maravilhoso!
– Edward... Eu não consigo segurar. – ela soluçou. Tive vontade de dizer que eu não queria que ela segurasse, entretanto, preferi manter minha língua onde estava, dando prazer à minha “anja”.
Senti Isabella tremer novamente e mais uma vez expeliu aquele líquido maravilhoso. Eu nunca me cansaria de senti-la ejacular.
Retirei meu dedo de dentro do seu canal apertado e substituí minha língua pelo meu dedo melado pelo seu mel. Ainda separando os lábios de sua intimidade para me dar melhor acesso, eu passei a esfregar a digital macia do meu dedo em seu broto intumescido e a senti sacudir fortemente o quadril.
Ela puxou forte meus cabelos e gritou.
– Sim... Sim... Sim... Edward.. Óh Ed-dwa-ard. – seu grito esganiçado foi interrompido por soluços enquanto ela derramava mais uma vez seu líquido quente que saia por toda sua fenda. Céus, isso tem que ser a visão mais linda de todas!
Empurrei seu corpo para baixo, e ela, um pouco atrapalhada, se moveu em seus joelhos. Corpo suado, cabelos grudados na testa pelo suor, olhos desfocados e boca entreaberta. Era essa a visão que eu tinha da minha ninfa.
– Vem, amor. – a chamei enquanto guiava meu membro para dentro do abrigo quente, molhado e apertado no meio de suas pernas.
Ela estava me montando, e essa posição era fodidamente deliciosa de sentir e de ver.
Enterrei todo meu membro em seu canal apertado fazendo-a arfar. Segurei firme em sua cintura e a empurrei rudemente para frente e para trás.
Sim, assim era melhor do que apenas sentando. Era melhor do que apenas entrar e sair da suaboceta. Empurrando seu quadril pra frente e pra trás me faria tocar em todos os cantos do seu canal. A cabecinha acariciaria seu ponto G e cada canto com terminações nervosas que lhe daria prazer existentes ali dentro.
– Toque... T-toque seus seios. – pedi em meio aos meus gemidos e ela atendeu.
Lentamente, ela passou a vagar as mãos pelo seu corpo. Tocando colo, vão dos seios e barriga enquanto eu guiava seu quadril do jeito que nos enlouquecia de prazer.
Quando ela, enfim, segurou seus seios empinados em suas mãos, as enchendo com aquelas montes macios que eu tanto amava beijar, eu enlouqueci mais um pouco.
Soltei uma mão do seu quadril, agora que ela já me ajudava no movimento, trouxe meu dedo à minha boca e o molhei com minha saliva, indo diretamente para seu clitóris. Eu não era besta de levar meu dedo seco pra lá. Só causaria incômodo no lugar de prazer. Passei a esfregar seu brotinho bem no comecinho, onde era realmente o local prazeroso. Ela apertava seus seios e gemia jogando a cabeça pra trás.
– Ai Edward... Eu não sei se agüento... – gemeu rendida. – É prazer demais, amor... – Isso, me chama de amor!
– Agu-enta s-sim. – respondi trincando os dentes, fazendo um esforço tremendo para não gozar.
Senti suas coxas totalmente endurecidas me apertarem a ela. Seu sexo, que antes estava me pompeando, apertou totalmente meu pau, quase o expulsando de seu canal, e ela, ainda segurando forte em seus seios, manteve a cabeça jogada pra trás, seus cabelos caindo como um véu pelas suas costas, e urrou meu nome.
Deixei meu prazer vir, e enquanto eu gozava mais esperma do que eu já havia visto sair dali, seu sexo finalmente me expulsou do seu canal e soltou mais uma vez aquele líquido incolor e quente, me deixando com a pélvis toda molhada, e me fazendo regozijar por fazer minha mulher ejacular tantas vezes numa noite só.
Aos poucos, seu corpo foi caindo por cima do meu. Ela dava alguns pulinhos, como se estivesse levando choques.
A aninhei em meus braços e senti sua respiração pesada.
– Meu Deus, eu molhei a cama toda. – ela sorriu sem graça.
– Sim... E isso é bom... Bom emais. – sorri bobo com o orgulho masculino reconstruído.
Eu podia estar com problemas na fala, mas eu ainda sabia fazer seu corpo cantar como um coral de anjos!
– Você está sentindo dor em algum lugar? – ela perguntou preocupada e eu neguei.
– Tô bem... Mehor é imp-imossível. – gaguejei o P que ainda era uma dificuldade. Ela riu e jogou uma perna por cima do meu quadril, me deixando sentir sua feminilidade quente encostando na lateral do meu corpo.
– Eu te amo, Edward. – abaixei o rosto e olhei em seus olhos dando um forte suspiro.
– É a mehor coisa do mund-do escutar isso. – beijei sua testa. – Eu te amo muito. Você é a mina vida.
– Boa noite, amor. – ela deixou um doce beijo em meus lábios, fazendo meu coração apaixonado pular dentro do meu peito.
– Boa noite, “anja”. – ela sorriu e se aninhou novamente em meus braços.
Eu queria eternizar aquele momento, aquela noite. A melhor noite da minha vida.
Bella finalmente assumiu que me ama, nós nos amamos apaixonadamente, com abandono de corpos na busca incessante pelo prazer. Descansamos nossos corpos enrolados um no outro, e meu último pensamento antes de deixar o sono me levar era que tudo ficasse bem e essa felicidade que sentimos essa noite durasse para sempre.


E então, gostaram? Eu espero que sim... fui boazinha nesse, romance e hot, pq no proximo, lamento informar, mas a casa cai, e voces entenderão um pouco da mente doentia de Victória.
Beijos a todas e obrigada pelos coments, eu amo ler cada um 

2 comments :

  1. Hot very hot!!! Amei o Edward falando assim kkk e bonitinho ...rsrs ate que enfim a bela assumiu que o ama!!

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  2. Hot very hot!!! Amei o Edward falando assim kkk e bonitinho ...rsrs ate que enfim a bela assumiu que o ama!!

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