FANFIC INDIANÁPOLIS, CAPITULO 38

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance





Adeus
POV Edward
Estávamos todos em casa, após o delicioso almoço que infelizmente minha noiva não estava presente.
– Relaxa cara, daqui a pouco ela deve estar aí. Sabe como essa mulherada é. – Emmett me cutucou e apontou para Rosálie que estava um pouco afastada de nós, ao telefone. – Só pensam em trabalho e querem deixar a gente dentro de casa. Só querem saber de abusar dos nossos corpinhos. – fez uma careta dramática arrancando sorrisos meus e de todos que estavam na sala.
A fonoaudióloga começaria a vir a partir de amanhã para nossas sessões. E eu estava louco pra recuperar minha fala perfeita novamente. Eu estava me esforçando muito, conversando bastante, forçando a pronúncia das letras que eu estava com dificuldade de pronunciar.
– Pai... Sua aposenanoria... – Praguejei mentalmente pela palavra que saiu totalmente errada. –Aposen-t-ta-do-ria já está cert-ta? – soletrei as partes que me dificultavam mais.
– Ah, ainda não tive tempo de resolver as coisas. Mas Rosálie tomou à frente e estou aguardando os comandos dela. – ele respondeu solícito, compreendendo minha dificuldade em certas palavras.
– Será que Isabella demora? Eu gostaria de pedir o jantar para ser servido cedo. – Esme comentou enquanto se acomodava no abraço do meu pai, sentado no sofá ao seu lado.
Antes que qualquer um pudesse responder, Alice desceu correndo as escadas. Ela e Jasper tinham a chata mania de ficarem trancados no quarto. Eu, meu pai e Emmett fingíamos não ver isso para não deixarmos nossos instintos protetores vir à tona.
– Gente, liga a Tv, estão falando absurdos. – ela pegou o controle de todos e ligou a enorme TV da sala de estar. Raramente ela era usada, sempre preferíamos ficar sentados em família e conversando amenidades. Alice colocou em um canal que passava um programa vespertino de fofocas. – Olha Edward, estão falando de você. – ela olhou pra mim parecendo torturada.
Não entendi seu espanto. Era normal falarem de mim, ainda mais depois do acidente, aposto que fui bastante comentado. O piloto que não virou o volante. Tenho certeza que houve piadinhas em redes sociais.
– O que foi, Aíce? – olhei pra TV e tentei prestar atenção. Todos na sala ficaram em silêncio.
A apresentadora mostrava um vídeo em que o senhor Carter conversava com Peter. E ele dizia que eu iria disputar a Sprint Cup porque... O quê? Isabella havia comprado minha vaga? Que merda é essa? A apresentadora falava sobre eu ser semelhante a um michê, um mimo nas mãos de mulheres poderosas. Senti raiva e vergonha se apossando de mim. Mas que brincadeira de mau gosto era essa?
A apresentadora ainda mostrou fotos da conversa do executivo da Dodge comigo, onde ela dizia que eu estaria supostamente combinando meu acidente para prejudicar a equipe Rocket e favorecer aDodge, cujo piloto principal largaria em segundo lugar naquela corrida e acabou por ser o campeão, após as três voltas do Safety Car para retirarem meu carro da pista. A apresentadora alegava que eu já estaria com contrato certo com a Dodge e agi de má fé e de forma imoral ao jogar meu carro na parede, num acidente ridículo. Essa maldita não sabia que a porra da homocinética do meu carro havia quebrado? E que porra é essa? Cadê minha assessora de imprensa? Eu tinha que falar com Bree. Ela havia garantido a mim, por telefone, que alegar manuseio indevido do carro foi a melhor opção para escapar de escândalos. Agora me vem uma apresentadora de merda e diz que meu acidente foi ridículo?
Após mais alguns minutos de matéria que me depreciavam publicamente, e a apresentadora fazer piadinhas ofensivas contra mim, meu pai se levantou e desligou a Tv.
– Chega! Não agüento ver essas coisas. – ele disse chateado.
Eu sentia minhas mãos tremendo, minha garganta estava fechada e o ar parecia faltar pra mim.
Me levantei rapidamente e corri para o quarto, me trancando lá e ignorando todos os chamados que tive de minha família.
Peguei meu celular que a equipe enviou para a mansão um dia após meu acidente, juntamente com todos os meus pertences que estavam em meu armário, e liguei pra Bree.
– Que pahaçada é essa? – perguntei nervoso.
– Edward, calma. Alguém soltou isso na internet e foi inevitável que aparecesse na TV. Já estou entrando em contato para que seja retirado o material do youtube e que os programas de Tv sajam proibidos de mostrar isso. Mas infelizmente não temos controle sobre as redes sociais. – ela bufou. –O comercial que você gravou seria lançado em dois dias, já me ligaram e afirmaram que vão congelar o projeto, pois sua imagem estando envolvida num escândalo desses, não traria publicidade boa para a marca.
– Mas isso é ment-tira! – afirmei ainda nervoso.
 Johnson Carter já se negou a dar qualquer tipo de entrevista, porém, eu liguei pra ele de modo a confirmar se era alguma montagem ou algo do tipo para que pudéssemos reverter isso a nosso favor, e infelizmente, ele me confirmou que realmente o conteúdo é verdadeiro. – senti meu coração se apertar. – Edward, vou fazer o meu melhor possível, e eu te aconselho a não ceder nenhuma entrevista por agora e não ir à rua. Espere o meu comando para que apareça na mídia novamente, Ok?
– T-tudo bem. – encerrei a ligação e me joguei na cama, deixando as lágrimas queimarem meu rosto enquanto desciam incessantemente.
Isabella fez isso realmente? Ela comprou minha vaga? Ela me impôs de modo desleal na equipe? Então era por isso que Peter mudou tão bruscamente comigo... Será que Isabella tinha vergonha de mim e por isso quis me arranjar uma profissão mais decente?
Eu estava humilhado publicamente e com o coração partido.
POV Isabella
Cheguei em casa vestindo minha máscara de frieza. Eu faria o jogo de Victória, apenas para pegá-la na esquina. Sim, eu teria que ter sangue frio, mas essa desgraçada sentiria as conseqüências do que estava fazendo comigo.
Dei uma profunda respiração antes de atravessar a porta e entrei.
– Filha, você viu os absurdos que estão falando na Tv? – minha mãe veio rapidamente em minha direção, parecia agoniada.
– Vi. – respondi apenas e avancei. Rosálie me olhou franzindo o cenho. Nossos olhares se conectaram e eu sabia que ela juntaria peça com peça.
– Isabella, como faremos pra resolver isso? – Carlisle veio até mim no seu estilo paternal e meu coração se apertou ao ver sua nítida preocupação e carinho dedicados a mim.
– Não faremos nada. É a mais pura verdade, infelizmente, vazou na mídia. – joguei minha bolsa no amplo sofá. – A que horas o jantar será servido? – mudei de assunto com a maior frieza que eu conseguiria.
Pelo canto do olho pude ver uma das empregadas nos observando, pensando que estava escondida. A maldita que se esfrega pelos cantos com Tyler, o segurança traidor. O meu teatro teria que valer a pena. Machucar minha família estava doendo muito em mim.
– Isabella, será que você não está entendendo a situação? – Jasper veio gritando até mim. – Edward, seu noivo, está sendo humilhado publicamente, programas de Tv estão chamando-o de garoto de programa de luxo pra baixo, ele está trancado naquele quarto, provavelmente se sentindo o pior homem do mundo, e você age com essa frieza? – encarei meu irmão, engolindo em seco. Merda, Edward estava sofrendo e eu não agüentaria ver essa cena.
– Não posso fazer nada, é a verdade que eles estão mostrando. – dei de ombros e tentei passar por ele.
– Você ainda é uma idiota! – ele gritou nervoso, apontando o dedo indicador em minha face. – Ainda continua esse fantoche do nosso pai. Não vê que suas atitudes magoam as pessoas?
Rosálie ainda me encarava intensamente, e eu podia ver as engrenagens de seu cérebro trabalhando.
– Olha, está insuportável ficar aqui nessa casa. – declarei olhando para todos. – Vou ficar um tempo em meu apartamento na saída da cidade. Não agüento mais chegar em casa e não ter sossego. – eu disse do modo mais frio que eu conseguia, e que me rasgava por dentro, pois o que eu mais gostava era da bagunça feliz que eu encontrava quando chegava em casa.
– Você vai o que? Vai sair dessa casa? – minha mãe veio desesperada até mim.
– Sim. Não agüento chegar em casa e não ter paz. É sempre alguém falando alto, escutando música, conversando e fazendo barulho até tarde. Sinto falta do silêncio e sossego. – afirmei olhando os olhos tristes e decepcionados da minha mãe.
– Não é necessário que você saia, Isabella. A casa é sua. Saímos nós. – Carlisle afirmou ainda educado. Não tive coragem de olhá-lo. Eu estava despedaçada por dentro.
– Faça o que achar melhor, eu só quero o sossego da minha casa novamente. – dei de ombros indiferente.
– Pois então você ficará sozinha, sua idiota. Pois se Alice não é bem vinda nessa casa, eu saio também. Alugo um flat pra nós dois. – Jasper disse cuspindo fogo.
– Melhor ainda. – concordei friamente.
– Minha filha, você não pode fazer isso. A casa não é apenas sua. – Minha mãe disse já beirando as lágrimas. Carlisle tocou seu ombro. – Eu saio com Carlisle então.
– Eu aprecio a solidão. – eu disse fingindo não dar muita importância ao que ela dizia.
– Qual o seu maldito problema? – Jasper avançou até mim e sacudiu meus ombros. Carlisle e Emmett o afastaram.
– Eu simplesmente cansei de suportar a família Buscapé. – foi difícil magoá-los desse jeito, mas assim que disse isso, os semblantes de todos passaram de choque a horror e decepção e eu sabia que todos me abandonariam nesse momento.
A empregadinha já tinha a fofoca para dar a Tyler, e esse, já tinha a informação que Victória queria. Agora eu só precisava ir até o quarto e dar um jeito de Edward me deixar, sem que eu tenha que machucá-lo demais.
POV Edward
Escutei Isabella chamar-me através da porta. Levantei rapidamente da cama, ignorando as dores nas costas e coxa e a abri.
– Beha, me diz q-que você ão fez isso. – pedi já em desespero.
Ela me olhou nos olhos, mas não era aquele olhar quente que eu sempre recebia. Era algo gelado, ligeiramente torturado.
– Eu fiz o que tinha que fazer. Lamento que tenha vazado para a mídia. – ela passou por e se sentou na poltrona, retirando suas sandálias. Bati a porta e fui até ela.
– Beha... – ajoelhei-me à sua frente. – Po-por quê? Eu ão era suficiente pa você? – segurei em seu rosto com minhas duas mãos e a obriguei a me olhar. Eu estava me odiando por não conseguir falar direito, mas eu tinha que ter respostas dela.
– Eu não podia apresentar o meu motorista particular, ex-mecânico, como noivo. Não foi premeditado. Te levei naquele autódromo para um simples passeio, e como vi que você tinha talento, resolvi juntar o útil ao agradável. – ela deu de ombros, ainda fria, tentando a todo custo desviar o olhar do meu.
– Beha... Isso foi ehado. Eu to sendo humi-li-lhado na Tv. – chorei em desespero. Como ela podia se manter tão fria com isso? E que porra de maluco era eu que não conseguia ter raiva dela, mesmo quando ela afirmou que fez isso porque não queria apresentar um simples motorista como futuro marido?
– Lamento muito. – ela disse ainda mantendo a calma e eu soquei o braço da poltrona, fazendo-a pular de susto.
– Você amenta? – me levantei e andei de um lado ao outro agarrando meus cabelos. – Beha, o q-que eu vou azer agora? – me ajoelhei em sua frente de novo e me rendi ao desespero.
– Eu gostaria que você saísse daqui. Vá para um flat, faça uma viagem, você que sabe. – a olhei espantado.
– Ta t-terminano comigo? – segurei seu rosto com minhas duas mãos. – Ão faz isso. Eu t-te perdoo pelo q-que você fez. Ão precisamos t-terminar. Por favor, Beha. – meu coração estava despedaçando em meu peito.
– Edward... – consegui fazer com que ela olhasse em meus olhos e percebi toda sua dor através daqueles olhos de gata. Ela se agarrou firmemente ao meu rosto também. – Eu sei que você não vai entender, mas agora, eu preciso que você se afaste de mim.
– Você t-tá com vergonha de ap-parecer comigo? – ela negou veemente.
– Não, meu amor. Não é isso. – ela pareceu pensar um pouco e me olhou novamente. – Eu preciso que você seja forte, porque nós temos que nos afastar agora. – eu negava com a cabeça. – Sim, nós temos, e não é por qualquer motivo que você esteja pensando. Eu estou passando por muitos problemas que eu não posso te contar. Vou precisar que você confie em mim.
– Eu c-confio, Beha, mas ão termina comigo ão. Por favor. – a puxei para meus braços e a abracei apertado. Eu podia escutar os soluços do seu choro.
– É preciso, Edward. – ela se soltou do me abraço e me fitou intensamente. – Você não pode falar pra ninguém dessa nossa conversa. Se alguém perguntar, até mesmo nossos pais, diga que você está me odiando nesse momento e que não quer me ver nunca mais.
– Mas... – ela me calou.
– Por favor, Edward. Me ajude nisso. Eu não posso te explicar agora. Você disse que confia em mim, então faça isso. Não me telefone, não me procure. Para qualquer pessoa que tocar em meu nome, deixe transparecer ódio e mágoa. Se você fizer isso, estará me ajudando. Eu sei que você não sabe mentir, mas eu estou te implorando, faça isso.
– P-por quê? – ela negou. – T-tudo bem... – respirei fundo. – Você pomete q-que volta pa mim? – mais lágrimas escaparam de seus olhos e ela negou. Eu tentei controlar meu choro. – Eu ão entendo.
– Não tente entender, apenas faça o que estou te pedindo. Todos vão sair dessa casa, e eu preciso que você também saia e esteja com raiva de mim. – ela beijou carinhosamente minha testa. – Rosálie estará para você. E lembre-se: Para qualquer pessoa, inclusive nossa família, nós terminamos e você está com ódio de mim, ok?
Assenti e a abracei apertado novamente.
– Eu te a-amo... – enfiei meu rosto na curva de seu pescoço.
– Eu te amo também, meu motorista idiota. – ela brincou em meio ao choro.
Ela tocou minhas costas por cima da camisa, no local onde fiz a tatuagem.
– Eu sempre estarei com você, te protegendo de tudo, pode ter certeza.
– Ap-pesar de t-tudo, eu ão conigo te odiar. – eu disse torturado. – Você enfiou suas gahas t-tão fundo no meu cohação.
– É porque você é bom, e me ama muito. – ela se afastou um pouco do meu abraço e ficou com o rosto a frente do meu, quase de narizes colados. – Do mesmo jeito que eu te amo. – ela bicou meus lábios. – Obrigada por me amar tanto assim, mesmo quando eu não merecia. Eu prometo que um dia você vai me entender. Mas agora, eu preciso que você me deixe. – eu assenti e ia me afastar dela, mas ela me puxou. – Me dá um último beijo.
Eu não tive como resistir.
Nossos lábios se encontraram e nossas línguas buscaram uma a outra, ávidas pelo contato, pela carícia perfeita que só obtinham juntas.
Ao fim do beijo, ela mordeu forte meu lábio inferior.
– Adeus. – ela sussurrou.
– Ad-deus. – ela se levantou, secando as lágrimas e se trancou no banheiro.
Fui até o closet e arrumei uma mala com poucas roupas. Peguei um par de chinelos e calcei meu tênis.
Eu não estava entendendo porra nenhuma, mas eu sou um idiota apaixonado por essa mulher que não consegui nem ficar com raiva por ela ter comprado minha vaga na equipe.
No fundo, eu sabia que ela não podia realmente apresentar um simples motorista como futuro esposo, e apesar de toda humilhação pública que estou sofrendo agora na mídia, ela queria me ajudar a melhorar de vida, e me ajudou a realizar um sonho que nem eu mesmo sabia que eu tinha.
Deixei nosso quarto com lágrimas de dor e saudade.
Assim que cheguei à sala de estar no andar térreo da casa, o clima era dos piores. Meu pai, Alice, Jasper e Esme estavam muito abalados. Cada um com uma mala pequena. Eles também sairiam da casa. Cada vez eu estava entendendo menos ainda as atitudes de Bella, mas ela me pediu para fazer com que todos acreditem que eu a odeio, então eu darei esse crédito a ela e farei como ela pediu.
– Pra onde você vai? – meu pai perguntou abalado. – Vocês brigaram?
– T-terminamos. Eu ão p-podia cont-tinuar com ela depois disso. – percebi que essa desculpa havia colado com todos.
Rosálie apareceu com Emmett alguns minutos depois.
– Ela deve estar passando por algum problema, depois vai pensar melhor e ver o erro que cometeu. – Rose comentou tentando apaziguar os ânimos, mas algo em seus olhos me dizia que ela sabia muito mais do que deixava transparecer. – Edward, venha para o meu apartamento, amanhã você procura um lugar para ficar, com mais calma. – eu assenti.
Emmett veio até meu lado e me deu aquele soquinho no braço que eu entendia como “Eu estou com você para o que der e vier”. Eu apenas gesticulei com a cabeça.
Alguns minutos depois, cada um entrava em seu carro para partir.
Alice e Jasper iam para um flat que ele mantinha alugado desde a época de farra. Esme e Carlisle estavam indo para a cobertura num prédio no centro da cidade que também pertencia a família, e eu ia no carro de Rosálie, juntamente com ela e Emmett, para o apartamento dela.
Amanhã todos teriam condições melhores de conversar. Por enquanto, eu pude perceber no semblante de cada um a mágoa destinada à Isabella. E eu tinha que aparentar essa mesma mágoa, mesmo sem entender o motivo.
Só espero que no fim tudo dê certo. E que nossa conversa não tenha sido uma maneira de ela terminar comigo sem criar cenas. Não, definitivamente não era isso. Eu conhecia a noiva que eu tinha. Eu sabia que algo estava acontecendo, e se ela não me contou, é porque eu não devo saber nesse momento. O que me restava então, era confiar e esperar.
POV Isabella
Solidão.
Era isso que eu sentia.
Vazio.
Escuridão.
Frio.
Dor.
Saí do banho muito tempo depois que eu havia entrado.
Demorei propositalmente, pois não queria ver ou ouvir todos partirem.
Me deitei na cama e fechei meus olhos.
Essa noite eu iria sofrer, chorar e deixar a dor tomar conta de mim.
Mas amanhã seria um novo dia. E eu encontraria forças para destruir Victória e fazê-la pagar com juros tudo que está me fazendo passar.
Eu só precisava encontrar os originais dos papéis que provam as falcatruas do meu pai, e então, ela se arrependeria amargamente de mexer com minha família.



E então, gostaram? Isabella desconfiou da empregada bisbilhotando e teve que fazer uma cena com a família. Com Edward, ela ainda tentou atenuar as coisas e ele confiou nela. Por que ele não a odiou? Ele a ama, sabe que ela errou, mas tbm entende o lado dela. Uma empresária milionária nao pode simplesmente apresentar um ex-mecanico como noivo, apesar de se sentir humilhado, ele sabe as aparencias q ela tem q manter.
Victória q se cuide, Isabella esta com sangue nos olhos.
Por que fazer o jogo dela? eu sei que tem uma galera q ainda nao entendeu pelos caps... Bem, Isabella precisa recuperar as originais no físico desses documentos comprometedores para enfim fazer algo com victória. Fora isso, nada garantirá q esses documentos não venham à tona em algum momento...

beijos a todas

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