FANFIC INDIANÁPOLIS, CAPITULO 39

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance






O “serzinho”
POV Edward
O dia estava uma merda. Sentados lado a lado no sofá do apartamento de Rosálie, eu e Emmett nos sentíamos um pouco deslocados. Após o almoço, a fonoaudiólogo chegaria para iniciarmos a sessão.
– Que merda, heim! – Emmett comentou num tom de tédio. – Sua mulher te deu um pé e a minha me tirou do trabalho.
– Muito obigado, Emm. – retorqui sem humor.
Rosálie, na verdade, não o tinha tirado do trabalho. Ela apenas fez o que Isabella fez comigo, pediu para Emmett confiar nela, e conversou amistosamente com Billy Black, alegando que Emmett precisava tirar férias imediatamente, já que há mais de seis anos não tira nenhuma. Ele tentou argumentar, mas ao se apresentar como advogada de renome no cenário de Indianápolis, Billy rapidamente liberou Emmett. E bem, Isabella não tinha me dado um pé. Ou tinha? Eu preferia acreditar que não.
Ela disse que não podia ficar comigo nesse momento, que eu tinha que me afastar para ajudá-la, e que eu não a procurasse. Ok, essa parte vai ser difícil, mas eu estava depositando minha total confiança nela, como eu sempre fiz.
Após o almoço, a fonoaudiólogo chegou e iniciamos nossa sessão. Eu fiquei muito animado, pois com os exercícios de fala que ela passou, consegui pronunciar bem melhor e mais vezes certas letras. Ela me elogiou muito e parabenizou minha força de vontade em voltar a falar normalmente o mais rápido possível. Fiquei esperançoso que eu logo recuperasse total domínio da minha fala.
E assim, os dias se passaram.
Esme e Carlisle vieram algumas vezes até o apartamento, para almoçar e jantar conosco, assim como Jasper e Alice. Jasper não queria nem falar o nome da irmã. Dava pra sentir que por trás da raiva, estava uma grande mágoa. Esme tentava justificar, mas logo se calava. Meu pai não dizia nada, parecia confuso. Alice apenas parecia triste com tudo. Emmett levava numa boa, ele achava que em algum momento Isabella iria correr até nós e dizer que sentiu falta da bagunça, ele até gostou do apelido de família Buscapé. Eu queria ter a despreocupação de Emmett. Se bem que no lugar dele, eu também estaria despreocupado. Ele estava com Rosálie, a mulher que ele ama. E por falar nela, essa anda ainda mais misteriosa. Sempre me dizendo pra confiar que o tempo tudo cura e para que eu seguisse à risca o que quer que Isabella tenha me falado.
Ela sabia de algo, eu tinha certeza.
Terminei meu banho e fui para o quarto de hóspedes no confortável apartamento de Rosálie. Eu estava seguindo à risca as recomendações da minha assessora de imprensa, Bree Turner. Não saí à rua e nem respondi a qualquer e-mail que me enviaram solicitando entrevistas e declarações. As notícias e boatos envolvendo meu nome já estavam se dissipando, à medida em que novas fofocas vinham à tona. Celebridades bêbadas, cantora pop flagrada sem calcinha, aquela famosa atriz em decadência saiu da reabilitação mais uma vez, e após assumir um relacionamento lésbico, se declarou heterossexual novamente. Enfim, os Estados Unidos da América estava me esquecendo.
Minha licença na equipe estava em vigor por período indeterminado. Meu contrato terminaria em seis meses, ao fim da temporada, e eu acho que ficaria na geladeira até lá. Apenas recebendo meus vencimentos sem adicionais, o que já era uma bela grana.
Percebi meu celular tocando e um estremecimento de esperança tomou conta do meu corpo. Seria Isabella me ligando? Eu estava louco pra escutar sua doce voz.
Atendi sem ao menos olhar no visor.
– Alô? – acho que minha voz pode ter parecido um pouco desesperada.
– Edward? É Victória. – soltei o ar em desânimo. Não era minha “anja”. – Eu estava esperando a poeira abaixar para entrar em contato com você. Está tudo bem? Vi na TV e nos jornais toda essa barbaridade em que envolveram seu nome, eu sinto muito por tudo. Saiba que sempre que precisar eu estarei contigo.
Eu ia agradecê-la para consideração e por ser prestativa, quando me lembrei da conversa pouco esclarecedora que Isabella teve comigo no hospital.
“ - Não foi culpa sua, meu amor. Não chore, por favor. – a dor corroía meu peito. – Foi tudo culpa minha. – ele tentou negar e eu pus um dedo em seus lábios para que eu pudesse explicar. Deus me ajude! – Edward, seu carro foi sabotado. – seus olhos se arregalaram. – Sim, sabotado. E foi tudo com intenção de me atingir. É uma longa história que depois te explicarei melhor, mas aquela repórter, Victória Holand, ela está armando pra mim. E ela quis te usar pra me fazer sofrer. No dia que você sofreu o acidente, eu recebi uma mensagem para que eu colocasse 30% das ações da Swan Spa à venda ou ela faria algo. Eu não fiz isso e você sofreu as consequências. – solucei em meio ao meu choro. – Me perdoe, meu amor. Eu não sabia que ela faria isso com você. Me perdoe, por favor.”
As palavras de Isabella me atingiram como um raio em minhas lembranças.
– Edward? – a cachorra chamou do outro lado. Eu não sabia que merda estava acontecendo, mas entre confiar em uma mulher que vejo às vezes ou na mulher que eu amo e tatuei seu nome em minhas costas, eu preferiria a mulher que eu amo e confio plenamente.
No momento em que eu já abria a boca pra xingar todos os palavrões que eu conhecia, Rosálie abriu a porta do meu quarto e me olhou numa pergunta muda.
– Victória... – murmurei ao telefone, na intenção de responder à Rosálie e de enrolar a ruiva na linha.
Rosálie sussurrou baixinho, quase em apenas um mover dos lábios: “Siga o que Isabella pediu.”
Eu não estava entendendo porra nenhuma, entretanto, no automático, segui o que minha noiva havia me recomendado.
– Oi Victór-ria. Tudo bem? – lembrei-me que Isabella me pediu para agir normal com todos, e como se estivesse com raiva e magoa dela.
– Algum problema com a fala? – a vaca parecia realmente preocupada.
– Ér... Tô recuper-rando depois do coma. Tá bem meli-lhor já. – e era verdade, eu já conseguia pronunciar todas as letras, apenas gaguejava as vezes por ter que falar pausadamente.
– Ah, fico feliz pela sua melhora. Eu fiquei muito preocupada com seu acidente, mas resolvi esperar um tempo para me aproximar. Sei que sua família deve ter evitado o máximo possível de exposição. – torci o nariz para tamanha falsidade.
– Ob-brigado pela preocupação. – forcei minha voz a sair o mais verdadeira possível.
– Amigos são pra isso. – revirei os olhos e Rosálie apenas me observava. – Então, com tudo isso que aconteceu, eu queria saber se você não quer me encontrar pra conversar um pouco. Talvez eu possa te ajudar. A gente lança uma nota em um jornal de grande circulação. Acredite em mim, eu consigo colocar uma declaração sua até mesmo no The New York Times. – olhei pra Rose e pensei rápido.
– Ér... Sim, pode ser. Eu tenho que fal-lar com Bree primeiro. Mas sim, eu te ligo e marco. – ela respondeu feliz e nos despedimos.
– Vadia! – eu gritei apertando o telefone depois de a ligação ter sido encerrada.
– O que ela quer? – Rose veio logo para o meu lado.
– Me encontrar. – Rose hesitou um pouco, porém assentiu.
– Acho que já entendi o jogo dela. Isabella não tem tido tempo pra falar comigo, e eu prefiro não ligar pois sabe lá se essa doida não grampeou nossos telefones. Ela é filha de uma amante do Senhor Swan. – arregalei meus olhos. – Depois te falo com mais calma. Enfim, ao que tudo indica, ela acha que tem direito a tudo que Isabella tem, ou algo parecido. – ela me encarou séria. – Ela quer a vida de Isabella.
– Como assim? – eu pergunte ainda muito confuso com as coisas.
– Ela quer Isabella sozinha, como ela ficou após a morte da mãe. Acha que Isabella deu ataque de mimada com todos à toa? – as coisas começaram a encaixar em minha cabeça. – Mas ninguém sabe disso, e espero que continuem sem saber. O que Isabella menos precisa é que todos fiquem preocupados com ela nesse momento. Voltando ao foco, ela quer fazer Isabella sofrer de todas as formas. Talvez ela queira ter você também. – neguei veemente. – Ei, não estou dizendo pra você ficar com ela. Mas dê crédito, continue sendo amigo dela como se não tivesse sido essa vaca a causadora do seu acidente.
 Eu n-não consigo entender porra nenhuma. – suspirei derrotado e Rosálie me abraçou.
– Eu vou te dizer tudo que sei. Muitas coisas Isabella me falou, outras eu deduzi. – nos sentamos na cama, lado a lado e ela começou a me contar tudo.
POV Isabella
Os dias, ao mesmo tempo em que pareciam se arrastar, passavam terrivelmente rápidos com tantas coisas acontecendo.
Meu tio finalmente decidiu entregar tudo sobre Victória e James, em troca de nos fornecermos ao seu advogado pessoal as gravações que provam que um homem encapuzado invadiu o prédio e assassinou Jéssica.
Nada que Aro disse foi muito revelador. Apenas complementos para tudo que já sabíamos.
Victória já havia iniciado seu plano de vingança quando meu pai ainda estava vivo, entretanto, seu alvo sempre fui eu, a morte do meu pai só frustrou a expectativa de ver o sofrimento dele ao me ver perder tudo.
James é apenas um laranja na mão dela. Um idiota que põe a cara na frente de tudo, enquanto ela só comanda pelo escuro.
Ele tinha pontos fracos, Rodrick já estava em sua cola.
Victória tentou nos ludibriar. Provavelmente, à mando dela, Tyler, o segurança traidor, implantou provas que nos levariam a crer que Amun seria o traidor da equipe. Rodrick entrou no jogo deles, demitiu Amun para que eles acreditassem que estavam nos fazendo de otários, e Amun já estava ciente do que estava acontecendo, e correria pelas bordas para cercarmos James e Victória.
A empregada idiota ainda trabalhava em minha casa. Eu precisava dela pra me ver sozinha, fofocar para Tyler, para que ele pudesse informar tudo a Victória.
Estava me matando ficar sem ver minha família, apesar de minha mãe tentar sempre me ligar. Eu evitava atender. Primeiro porque eu não saberia o que falar pra ela, segundo porque eu tinha que manter o foco, e testemunhar o sofrimento da minha família, e em consequência disso, abrir o meu sofrimento, não me ajudaria em nada.
E eu estava morrendo sem Edward. O pior era receber as mensagens irritantes de Victória dizendo as coisas nojentas que ela imaginava Edward fazendo com ela. Isso me irritava pra caramba.
Mas as coisas estavam na reta final. Rodrick já tinha as pistas necessárias, e estávamos confiantes de achar os originais desses documentos comprometedores, e enfim, dar um basta nesta loucura doentia de Victória.
Deus me perdoe, mas eu ficaria muito satisfeita em meter uma bala no meio da testa daquela ruiva idiota.
– Entendeu Isabella? – Rodrick me olhava com um sorrisinho de lado.
– Oi? Desculpa, me distraí. – peguei mais um biscoitinho de chocolate em cima da minha mesa. Há dias ela já tinha deixado de ser minha mesa de trabalho.
– Percebi a distração. – ele riu torto. – Fome, heim? – apontou para meu pote de biscoitos. Enfiei mais um em minha boca.
– Ér... Hum... Não é fome, só estou nervosa. – dei de ombros, enfiando outro biscoito na boca. Merda, essas bolachinhas são muito gostosas.
– Isabella, eu a conheço desde quando era criança, se me permite perguntar uma coisa... – assenti para que ele continuasse. – Você já parou pra pensar que essa fome que tem sentido nos últimos dias pode ter algum motivo? Você tem comido muitas guloseimas, e eu sei que tem passado mal. – franzi o cenho. Realmente eu havia vomitado pelas manhãs dos últimos dias, mas eu julgava ser meu nervosismo.
– O que você quer dizer, Rodrick? Agora meu apetite virou assunto de primeira importância? – peguei mais um biscoito e assinei o relatório de gastos do mês. – Merda, sujei a borda do papel com chocolate. – bufei indignada. Merda, eu teria que mandar minha secretária temporária fazer outro relatório.
– Bem, o que eu quero dizer é que... Hummm, você e Edward eram noivos. – arqueei uma sobrancelha pra ele. – Ok, são noivos. Mas o ponto é: vocês estavam vivendo na mesma casa, dormindo no mesmo quarto, e bem, vocês são jovens e jovens têm disposição de sobra, e Edward me parece gostar muito de você... Do seu corpo, assim como você parece gostar dele... Do corpo dele. E eu acredito que vocês tinham muito contato corporal e... – arregalei os olhos e fiz sinal pra ele parar.
– Ei, ei, ei... Pode parando por aí. Eu já tenho 25 anos, e mesmo que eu te considere uma figura paterna, não há necessidade de falarmos sobre o jeito que meninos e meninas gostam do corpo um do outro. Nós não estaremos tendo “a conversa”. – eu disse constrangida. Era só o que me faltava: Rodrick querer ter “a conversa” comigo.
– Acredite, isso é tão constrangedor pra mim quanto pra você, mas eu não estou querendo ter “a conversa” com você. Acredito que já seria tarde para isso. – respirei mais aliviada, porém, ele continuava desconfortável. – O que quero dizer é que esse seu apetite anormal, os enjoos, o ganho de peso.... – arregalei os olhos, parando minha mão com biscoitinhos de chocolate na metade do caminho até minha boca. – Ei, eu não estou dizendo que você está gorda ou algo do tipo. – Rodrick pareceu mais desconfortável ainda. – Eu estou apenas dizendo que seu rosto ficou um pouquinho mais... Hum... Preenchido, isso, preenchido é a palavra, e seu corpo está um pouco mais... Hum... – ele afrouxou o nó da gravata enquanto eu ainda estava paralisada. – Com as curvas mais acentuadas, digamos assim. – ele passou a mão na testa tentando retirar o suor que se acumulava ali. – Na verdade, o que eu quero dizer é que, bem, talvez essas mudanças tenham um motivo. – eu permaneci em silêncio, o encarando totalmente assustada. – Ér... Talvez tenha pão no forno?
Levei os biscoitinhos que estavam em minha mão até minha boca e praticamente os engoli sem mastigar.
– O que diabos quer dizer pão no forno? – o encarei profundamente. – Rodrick, eu sei que você tem trabalhado demais, mas nós estamos quase chegando lá, ok? Não surte agora, por favor. Eu juro que depois te dou férias de quantos meses você quiser.
– Isabella, não é nada disso. – ele bufou. – Vou ser mais direto, ok? Será que você não está... – ele apontou a cabeça pra minha barriga.
– Estou o quê? – coloquei a mão em minha barriga por cima da blusa de seda. – Gorda? Você está dizendo que eu estou gorda, Rodrick? – Mas que diabos! O que éramos agora? Comadres falando sobre meu peso?
– Pelo amor de Deus, não! Eu não estou dizendo que você está gorda. O que quero dizer é que você pode estar grávida. – houve um minuto de silêncio onde Rodrick e eu nos encarávamos intensamente.
Grávida, grávida, grávida. O que isso quer dizer? Grávida do tipo com uma coisinha se mexendo dentro de mim? Grávida do tipo que o cara põe a sementinha dentro do corpo da mulher, e depois a sementinha começa a criar pernas e braços, e depois de um tempo ela sai de dentro da mulher por um canal que é infinitamente menor que essa sementinha hiper-crescida, e depois chora, e chora muito, e faz cocô e depois chora de novo, e faz cocô quando chora, e chora quando faz cocô. Gravida do tipo de engordar uns dez quilos, ficar com dor nas costas, pés inchados e muito possivelmente criar estrias? Grávida do tipo... Grávida?
– Meu Deus... – soltei a respiração de uma vez.
– É uma possibilidade não é? – Rodrick perguntou.
– Meu Deus... – balbuciei.
– Talvez devêssemos ir até uma clínica. – ele sugeriu nervoso.
– Meu Deus... – sussurrei.
– Isabella...
– Meu De... – ele me interrompeu.
– Não diga “Meu Deus” novamente. – ele disse nervoso.
– Meu Jesus... – ele bufou audivelmente e me tirou do meu estado de torpor. – Rodrick, não pode ser. – me levantei e fui até o banheiro do meu escritório. Me olhei em frente ao espelho grande que havia lá. Levantei lentamente minha blusa e analisei minha barriga. Levei uma mão até lá e acariciei. Naquele mesmo instante um menininho de olhos azuis e cabelos cobre como os de Edward surgiu em minha mente. – Um bebê? – Rodrick apareceu na porta do banheiro e me observava com algo diferente em seu olhar. Parecia... Emoção?
– É possível, não é? – ele perguntou.
– É... É muito possível, muito, muito, muito mesmo. – eu ainda estava num misto de assustada e surpresa.
– Ok, não precisa detalhar o quanto isso é possível. – eu ri do seu jeito constrangido. Algo bem paternal.
– Acho que não posso ir a uma clínica nesse momento... Victória está me vigiando, você sabe. – olhei ansiosa pra ele. Rodrick apenas assentiu.
Meia hora, uma rápida ida de Rodrick até a farmácia mais próxima, e quatro palitos de teste de gravidez depois, eu estava sentada na poltrona da minha sala. A mesma poltrona que um dia eu e Edward fizemos amor e fomos flagrados por Rosálie e minha mãe. Eu estava sentada, chorando e abraçada a Rodrick, que por incrível que pareça, também estava emocionado.
Ele tentava disfarçar, segurava ao máximo, mas eu sabia que ele estava abalado com a notícia. Acho que ele meio que se sentia... Avô do meu bebê?
Uau, tem um bebê dentro de mim.
Eu, Isabella Swan, grande empresária do cenário nacional, tenho um bebê dentro da minha barriga.
Um bebê de Edward. Oh meu Deus, eu tenho um bebê do homem que eu amo dentro de mim! Ao mesmo tempo em que isso é assustador, isso também é uma das coisas mais maravilhosas que eu posso pensar.
– Rodrick... – me soltei do seu abraço. – Agora mais do que tudo, eu tenho que me livrar de Victória e James. – toquei minha barriga e ele me olhou fascinado. – Minha família ganhará outro membro, e é mais fácil eu exterminar a raça humana do que alguém fazer mal a esse serzinho dentro de mim.
Rodrick sorriu de lado e segurou minhas duas mãos. Olhou fixamente em meus olhos.
– Eu te dou minha palavra que esse... Serzinho... – eu sorri do modo como ele o chamava, do mesmo jeito e com o mesmo carinho que eu. - ... Esse serzinho vai crescer com o pai e a mãe ao lado, com os avós, os tios, com todos ao seu lado e em segurança. Confie em mim Isabella, nós vamos pegar esses documentos originais e vamos acabar com eles.
– Obrigada, Rodrick. – merda, eu estava chorando de novo?
– Isabella, eu estou pedindo para que em momento algum você esqueça do que eu vou te dizer agora. – assenti. – Eu vou fazer de tudo pra acabar com eles e garantir sua segurança. Tudo! – ele enfatizou.
Joguei meus braços ao redor do pescoço dele e o abracei de novo.
– Ai meu Deus, esse serzinho fica me fazendo chorar toda hora. – ele sorriu em meu ombro. – Temos que acabar com tudo isso logo. Quero contar pra Edward, pra minha família, quero ir ao médico verificar se está tudo certo... Ai meu Deus, quero fazer tanta coisa.
– E você vai fazer tudo isso, Isabella. Confie em mim e não se esqueça das minhas palavras.
Eu concordei e me deixei ser embalada pelo abraço paternal de Rodrick.
Céus, grávida!
Edward surtaria quando soubesse. Acho que ele choraria de emoção, depois ele iria gritar como um louco, talvez depois me abraçasse e declarasse o seu amor por mim, depois ele com certeza iria subir minha blusa e encher minha barriga de beijos. E eu posso apostar que ele iria conversar com meu pequeno serzinho dentro de mim.
Um serzinho... Meu e de Edward.
Meu pequeno serzinho me daria muito mais forças pra destruir Victória e acabar de vez com esse seu jogo doentio e sem sentido.


 ENTÃO GENTE? GOSTARAM? espero que sim... tive que escrever esse cap meio na pressa, pq eu não tinha nada escrito até agora a pouco, e como hj é dia de postagem... enfim.
Isabella tem um serzinho na barriga... rsrsrs coisa fofa... Rodrick é um paizão pra ela, gosta dele...  Obrigada a todas pelos comentários e apoio, fico muito feliz por isso. Beijos e tenham uma ótima semana

No comments :

Post a Comment