FANFIC INDIANÁPOLIS, CAPITULO 40

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance





Chegando ao ponto
POV Isabella
Mais dois dias se passaram, e cada vez mais Rodrick e eu estávamos perto de acabar com Victória. Rodrick já havia descoberto o local onde os originais estavam. Por incrível que pareça, um galpão de armazenamento de entulho que a sua rede de mercados possuía, localizado no subúrbio de Anderson, cidade vizinha a Indianápolis.
Um galpão antigo! Quanta criatividade!
Rosálie era uma pessoa esperta. A cada vez que nos encontrávamos em algumas reuniões que eu ainda tinha que participar pela empresa, ela apenas me dava aquele olhar de que entendia meu jogo e que manteria todos bem por mim. Eu agradecia muito isso, em silêncio, obviamente, apesar de ter minha equipe de segurança de olho em minha família, era bom que Rosálie desse suporte emocional a todos. Principalmente a Edward, que de uma forma quase humanamente impossível, confiou cegamente em mim e se afastou.
As coisas estavam bem. Rodrick seguia todos os passos de Tyler, que estava se sentindo o esperto, entretanto, éramos nós que o tinha enrolado em sua própria teia.
Os telefonemas de Victória ficaram mais constantes. Irritantemente a cada duas horas, por assim dizer, e suas insinuações me deixavam à beira de um ataque de nervos. Bem, o serzinho dentro de mim poderia ter algo haver com minha falta de calma. E era justamente por esse serzinho que eu estava ávida por plantar uma bala no meio da testa daquela ruiva estúpida e doente com minha desert eagle.
Contudo, o que me irritou de verdade, foi ver a grande manchete estampada no jornal de hoje aqui do estado de Indiana. Não que eu me importasse com esses jornais, muito mal eu lia o The Times, e apenas a sessão de negócios, mas, é como eu digo, as coisas chegam até mim, e por coisas, eu quis dizer necessariamente repórteres na entrada do prédio da minha empresa perguntando como eu lidava com tudo que Edward havia declarado sobre mim.
Victória deve ter pago uma bela grana para um jornal do estado de Indiana ter coragem de publicar algo contra mim, a maior empresária do estado.
Olhei novamente aquela matéria estúpida.
Piloto Edward Cullen se recupera bem e afirma que foi usado por empresária bilionária
Não é novidade para ninguém que Edward Cullen, piloto da Nascar pela equipe Rocket, e que há pouco tempo sofreu um grave acidente, era visto constantemente na companhia da jovem empresária Isabella Swan, do grupo Swan Spa, e em entrevistas, afirmou que ela era sua noiva e grande amor de sua vida. Entretanto, após o grave acidente do piloto, que o afastou das pistas por essa temporada, pode ter desestimulado o interesse da empresária em ter seu nome ligado a Edward. Fontes nos informaram que eles se separaram quando ele ainda estava no hospital. Edward Cullen, assim que acordou de um coma de seis dias, ainda muito fragilizado, teoricamente, teve seu coração despedaçado pela empresária.
Em entrevista recente, Edward informou que as coisas não eram o que pareciam ser. Como visto na foto, posando sorridente ao lado de uma loira anônima, porém muito bonita, Edward mostra que está bem e feliz. Ele diz que nunca se relacionou de verdade com Isabella. Ela era fria e parecia não ligar pra ele. E após o acidente, o dispensou de forma fria. O piloto deu a volta por cima e mostra que já superou a morena, e de uma bela forma, com uma loira de um metro e setenta e cinco de beleza.
Edward nos conta que sempre desconfiou desse interesse súbito de Isabella por ele, quando ele ainda era um simples motorista. A oportunidade de teste na equipe Rocket veio e ele, inocentemente, aceitou, pensando ser algo por acaso. Foi um choque para o piloto descobrir através da mídia qual foi a verdadeira história por trás do seu teste e rápida aceitação na equipe para disputar o Sprint Cup. Edward acredita que Isabella até tinha simpatia por ele, porém, tinha vergonha de sua origem humilde e deu um grande empurrão de forma imoral.
Apesar de magoado, Edward afirma que teria perdoado a noiva, entretanto, ao levar um fora e questionar a bela morena, a resposta que obteve não poderia ser pior. Isabella Swan nunca o quis de verdade, ele era apenas uma imagem de homem simples e honesto que seria perfeito para posar ao seu lado e dar-lhe uma imagem mais humana e confiável perante os acionistas. O grande fato é que Isabella Swan NÃO GOSTA DE HOMENS!
Com essa, Edward não pode lidar e assim terminou a história de “amor” que vinha encantando a todos, a versão moderna de A Dama e o Vagabundo, que no fim, pareceu mais como uma história da bruxa má que enganou o pobre cordeirinho.
Veja a entrevista completa na página 6.
Por Victória Holand
– Vadia! – xinguei pela milésima vez. Agora o quê? Sou lésbica também?
Merda, isso era péssimo pra minha imagem perante o conselho e toda a mídia. Entretanto, essa não era a minha maior preocupação. Minha família provavelmente sofreria assédio da mídia com isso também. E... respira fundo... A foto de Edward ao lado de uma loira, e os dois sorrindo como se nada mais na vida fosse importante foi o que me irritou verdadeiramente.
Será que ele havia realmente falado isso nessa entrevista? Não, claro que não.
Será que ele estava realmente tentando seguir em frente com aquela loira? Como é mesmo o nome dela? Seu rosto não me é estranho. Céus, eu espero que não.
Mas ele parecia sorrir... de verdade? Óh merda, ele parecia bem, e ele se encontrou com Victória para dar essa entrevista. A maldita tem conhecidos bons dentro da mídia do nosso estado. Bem, fui eu mesma a instruí-lo a transparecer para qualquer pessoa que ele estava me odiando, mas custava ficar longe dessa puta? Precisava posar ao lado daquela loira grudenta? E será que era apenas só uma pose? Porra!
Victória estava jogando no tudo ou nada. Ela sabia que ia cair depois, pois entrar com uma ação contra ela seria fácil, mas, algo me dizia que ela não estava se importando com isso.
Ela cairia e sabia disso, todavia, ela queria me levar junto.
Ela não queria me vencer ou tomar meu lugar realmente... Ela queria me derrubar!
POV Edward
Estava muito, muito difícil viver essa farsa toda. O encontro que Victória marcou comigo, na verdade, foi para tirar fotos ao lado de uma Tânya sorridente e fora de órbita e dar uma entrevista mentirosa. Eu tive que fingir que estava odiando Isabella, e isso tomou todas as minhas energias.
Tânya, como Victória afirmou, foi uma pessoa que serviria pra mostrar ao público que eu segui em frente e não aceitei ser garoto de menina rica.
A minha ex vizinha ficou mais do que feliz em posar ao meu lado, e realmente acreditou em tudo que eu afirmei na entrevista. Tonta.
O ruim foi conseguir dispensá-la após aquele encontro.
Entretanto, nada me prepararia para a manchete estampada na capa dos jornais de hoje.
Senti meu coração se afundar ao ver tanta distorção na entrevista que eu dei, e falando tão mal da minha Bella.
Será que ela acreditava que eu a estava odiando? Eu espero que não. Ela saberia que eu não desceria tão baixo mesmo se o caso fosse de ódio.
– Irmão, você falou isso mesmo da Bella? – Emmett entrou na sala do apartamento de Rose e me perguntou entre espantado e duvidoso.
– Você sabe como os jornais são. Eles aumentam demais as coisas. – dei de ombros tentando parecer indiferente, e logo, recusando mais uma chamada do meu pai em meu celular.
– Isso é estranho... Sei lá. – ele se sentou ao meu lado. – Um dia vocês estavam bem e se beijavam pra lá e pra cá e ela até parecia gostar de todo mundo. No outro, ela manda todo mundo embora e ainda te dá um pé na bunda. – Meu irmão é tão sutil com as palavras! – Será que ela não ta com aquela doença que as mulheres tem? Como é o nome daquela atriz gostosona que teve uma parada desse tipo? Acho que é quando a mulher é bi alguma coisa. – o olhei espantado, e ele parecia sério. Aos poucos minhas fichas caíram.
– Você quer dizer bipolar? – ele assentiu frenético. – Sim, acho que foi a Catherine Zeta-Jonesque teve isso.
– E ela é gostosa heim. – ele assoviou.
– Não acho que esse seja o problema de Isabella. – vesti minha máscara de frieza. – E pra mim também, tanto faz, se ela não me quer, tem quem queira. – me levantei sob um olhar espantado de Emmett e fui até o quarto de hóspedes que eu estava ocupando.
Victória me ligou alguns minutos depois, e eu tive que fingir que estava tudo bem, que tinha ficado satisfeito com as idiotices que ela expôs sobre Isabella em sua matéria para o jornal.
Ela me convidou para um jantar para conversarmos um pouco mais, e eu aceitei a contragosto.
Essa merda estava indo longe. Eu havia percebido que essa mulher era louca, e que agora que ela podia expressar seus sentimentos por Isabella na minha frente, eu via que não era nada bonito.
Só foi possível eu entender depois que Rosálie me contou o que sabia.
Victória parecia estar num tipo de vingança, e provavelmente tinha algo sério em mãos para poder ter chantageado Isabella.
Ela era filha da amante do pai de Bella. Será que seriam irmãs? Eu acho que não. Se o caso fosse esse, ela poderia ter reivindicado um exame de DNA e simplesmente tomado sua parte na herança, o que não faria diferença pra ela, já que herdou um império do falecido marido.
Então, qual era seu ponto?
Era isso que eu estava tentando descobrir.
Talvez o nosso jantar hoje pudesse me dar pistas de como ajudar minha noiva a acabar com isso logo.
[...]
– Edward, fique esperto com essa mulher. Ela não está brincando. Ela tem a mente perturbada. – Rosálie me avisou pela enésima vez na noite.
Eu estava prestes a sair de casa para me encontrar com Victória num restaurante próximo, e Rosálie parecia ter algum tipo de sensação ruim e ficava me pedindo pra tomar cuidado a cada quinze segundos.
Ok, sair com essa mulher que já quase me matou nas pistas de Houston era de dar sensações ruins até a um monge, mas eu estava nessa pra ajudar a minha família, a minha noiva a sair disso tudo. E se eu era a arma de Victória contra Isabella, ou uma delas, eu me tornaria a arma traidora que atiraria no peito do seu próprio portador.
– Rosálie, não se preocupe. – beijei sua testa e saí de casa. Emmett estava no banho, e esse era sempre o melhor momento para nós conversarmos.
Ela não obteve nenhuma outra informação, já que na empresa, ela e Isabella se encontravam pouco, salvo algumas reuniões em que, obviamente, não poderiam discutir o assunto. E telefone estava definitivamente descartado, já que não seria impossível eles estarem grampeados.
Saí de casa com pensamentos positivos que eu estava fazendo a coisa certa pra ajudar Isabella.
[...]
– Edward, eu estou impressionada como a sua fala melhorou muito rápido. Quer dizer, você não gagueja ou sequer hesita, recuperou totalmente a dicção correta. – ela dizia de forma encantada. Eu assenti com um falso sorriso agradável em meu rosto. Se eu fosse um idiota eu acreditaria nessa encenação tão magnífica. Bem, talvez eu possa ter sido um idiota até um certo tempo atrás. Mas depois que você tem o carro sabotado e colide com uma grade, capota duas vezes e tem seu carro atingido por outro carro em alta velocidade, você aprende certas coisas na vida.
– Sim, eu recuperei. Ainda bem. – tomei mais um gole de vinho.
– E então, você e Tânya, heim? Eu sempre soube que ela tinha uma enorme queda por você, não foi difícil encontrá-la e convencê-la a tirar uma foto ao seu lado para uma matéria do jornal. – ela contava empolgada. – Será que ela não tem chances?
– Não sei, Vic. – quase vomitei ao chamá-la por esse apelidinho carinhoso de amigos. – Eu não me interesso por ela. Quer dizer, é uma mulher bonita e legal, mas não é meu tipo. Eu gosto de mulheres fortes, independentes... Mulheres que me fascinam. – pisquei e sorri torto. Deus, me ajude a ser frio o suficiente pra encenar bem na frente dessa vadia!
– Bem... Se eu não tivesse outra opção sexual, você com certeza estaria na minha mira. – ela piscou e sorriu também. – Imagine a cara de Isabella em ver você comigo heim? Ia ser uma boa... – ela colocou um dedo no queixo como se estivesse divagando. – A gente podia fingir algo, isso ia ser o tiro de misericórdia pra você acabar com ela. Quer dizer, aquela história de não gostar de homens que nós colocamos na matéria pro jornal foi ótima, mas acho que ela vê-lo, ao vivo, com outra mulher, seria fatal. – me torci internamente com o veneno em sua voz.
– Não sei, Vic. Não sou do tipo que consigo fingir, você sabe. – dei de ombros, desconfortável.
– Sim, eu sei. E é por isso que te admiro muito. – ela segurou minhas mãos por cima da mesa e eu sufoquei um gemido de nojo ao tocá-la. – Foi só uma idéia boba. – ela soltou e ajeitou seus cachos vermelhos para trás. – Que tal irmos a uma boate, heim? Estou feliz pela nossa amizade, quero dançar.
– Boate? Onde? – fingi animação.
– Em Anderson, cidade vizinha. É menos de uma hora de carro. É uma boate de elite, por isso é um pouco escondida, mas você vai gostar. Lá costuma bombar, e a atração de hoje será ótima. – ela sorriu animadamente, mas algo em seu olhar me causou arrepios.
POV Isabella
Rodrick e eu entramos em seu carro e partimos em direção a Anderson no meio da noite. Nós iríamos invadir aquele galpão e recuperar os originais dos documentos. Ele tinha informações seguras de que James estaria lá hoje, e bem, eu não tinha nada contra enfiar uma bala no meio dos seus miolos após ele entregar tudo sobre Victória que ainda não sabemos.
O bom de Rodrick é que ele não estava me tratando como uma porcelana só por eu ter um serzinho dentro de mim, quer dizer, ele dizia a cada meio segundo para eu tomar cuidado e evitar qualquer impacto em minha barriga, mas fora isso, ele continuava a me tratar como um ser humano adulto capaz de andar sobre as próprias pernas.
– Rodrick, eu estou ansiosa pra pegarmos logo essas malditas provas das falcatruas do meu pai e enfim acabar com essa merda toda. – eu disse impaciente dentro do carro.
– Sim, nós vamos acabar com essa merda hoje. Tem mais três carros com os seguranças vindo atrás de nós. Infelizmente, tivemos que desfalcar o time de seguranças que faz a vigilância de sua família, mas ainda temos alguns pela área, nada com que você deva se preocupar. – eu assenti. – Pelas minhas informações, James encontrará Tyler aqui hoje para fazer o pagamento em espécie, e mais alguns outros capangas. É a nossa chance de invadir o local, pegar as provas e apagar esse maldito laranja de Victória.
– Temos cobertura dos seus amigos do FBI e CIA? – eu questionei.
– Sim, total cobertura. Fique tranqüila, está tudo saindo conforme o meu planejado. Victória não tem poder suficiente pra te derrubar Isabella... Não comigo trabalhando pra você. – arqueei uma sobrancelha pra ele. – Eu sou um fodido orgulhoso, mas não é à toa, você sabe disso. – ele piscou e continuou prestando atenção na estrada.
– Ao acabarmos lá no galpão, como chegaremos a Victória? A vadia louca vive dizendo que terá um encontro pessoal comigo em breve, mas nunca se aproxima. – bufei irritada.
– Isso já está em minha cabeça, fique tranqüila. Vamos resolver uma coisa de cada vez. – assenti. – Sua desert eagle está carregada? – assenti e toquei meu pequeno bebê de calibre poderoso em minha cintura. – Tem certeza que carregar sua arma aí não machuca o bebê? – rolei os olhos.
– Meu pequeno serzinho não deve ser do tamanho de uma ervilha ainda, Rodrick.
– Tudo bem, tudo bem. Não me culpe por me preocupar. – ele bufou. – Isabella, você lembra o que eu falei no seu escritório há dois dias? – o olhei interrogativamente. – Quando eu disse que faria de tudo pra te proteger, não importa o quê. – ele me lembrou e eu assenti rapidamente. – Então... Não se esqueça, ok? – ele me deu um olhar enigmático e eu apenas assenti novamente.
Chegamos em frente ao galpão e havia vários carros do lado de fora, porém, apenas dois rapazes em pé na entrada. Franzi o cenho achando tudo muito estranho.
Rodrick estacionou ao lado dos outros carros, sem problema algum, desceu do carro e veio para o lado do carona para abrir a porta pra mim. Segurei em sua mão e desci do carro ainda duvidosa de qual seria nossa estratégia, já que havia dois caras do lado de fora e eles nos viram, e havia muitas pessoas lá dentro, a conferir pela quantidade de carros.
– Rodrick, o que está... – engasguei e não consegui terminar a frase.
– Tenha uma boa memória. – ele disse sério, e a seguir puxou meus braços rudemente, prendendo-os atrás do meu corpo. Senti o aço gelado de uma algema contornando meus pulsos e meu coração acelerou.
– Rodrick, o que você...? – ele me virou bruscamente de frente pra ele.
– Cala a boca, porra! – ele gritou e eu senti meus olhos arderem pela traição inesperada.
Mordi meu lábio inferior com força para evitar a enxurrada de palavrões e xingamentos que estavam prontos para saírem da minha boca.
Porra, essa traição doeu! Doeu demais. Rodrick era o cara, depois do meu noivo, que eu mais confiava nessa vida. Meu pai já havia deixado de ser aquele na qual eu acreditei que ele havia sido. Eu só conseguia sentir pena da pessoa que ele foi, e raiva de mim por me deixar ser enganada tão facilmente. Tristeza como se um ídolo tivesse morrido.
Mas essa traição de Rodrick estava doendo de uma forma violenta em mim.
Ele segurou rudemente em meu braço e me guiou para dentro do galpão.
Eu chorava silenciosamente, mas seguia de cabeça erguida.
Ele cumprimentou os dois caras da entrada, e assim que chegamos ao interior iluminado do galpão, meus olhos se arregalaram. Deus do céu, que jogo doentio é esse?



E então, que jogo doentio é esse? Victória nao quer vencer, como Isabella deduziu, ela quer cair e levar Isabella junto. E Rodrick heim? Algum palpite sobre? Tenham tudo que leram nos últimos capítulos em mente.

3 comments :

  1. NAO ACREDITOOOOO!!!! Afs!! Eu estou amando a fic!! Ta maravilhosa, mas como vc pode acabar um capitulo assim??? POSTA MAIS UM PLEASE PLEASE PLEASE PLEASE!!! So mais um!! 1!! 1!!! Eu nao posso passar mais de 24 horas com essa agonia!! Por favor um capitulo extra!!!! Pelo amor de deus hahahah

    ReplyDelete
  2. E eu acho que ele nao traiu ela, eu acho que ele ta so fingindo, é parte do plano. So que ela nao sabe. Tem que ser isso haha

    ReplyDelete
  3. Como sobreviver??? Ansiosa demais....estou amando a ficou..

    ReplyDelete