INDIANÁPOLIS - CAPITULO 43

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance



Bem gente, capitulo para esclarecer o fim dos problemas, e começar a felicidade tanto do nosso casal quanto de toda a família Swan-Cullen
E bem, eu tava um tempo sem colocar hot né, então... tem uma coisinha lá no final rsrs






Começando certo
POV Edward
Assim que acordei, tomei uma rápida ducha e voltei para a cama. Olhando no relógio da cabeceira, já se passavam das duas horas da tarde. Bem, pra quem foi dormir com o sol nascendo, até que era um bom horário.
Ajeitei uma mecha do cabelo de Isabella que caia em seu rosto angelical.
Minha patroa linda, minha “anja”, minha noiva, minha e só minha... Bella.
Ela foi tão corajosa em enfrentar isso tudo sozinha, tentando sempre nos poupar. E sofreu nas mãos daquela louca da Victória. Bella teve que ser muito corajosa para ter dado os dois tiros em Victória também. Não imagino que isso seja uma coisa fácil de se fazer. E eu só espero que isso não traga danos ao seu interior. Ela estava em legítima defesa, mas ainda assim, ela havia disparado contra uma pessoa, não chegando a matar, mas no mínimo, iniciando o processo.
Depositei um beijo em sua bochecha e seus lábios se retorceram em um leve sorriso. Entretanto, ela ainda dormia profundamente.
Desci um pouco mais meu corpo, retirei o lençol que a cobria dos seios pra baixo e deixei um beijo cheio de significados em sua barriga.
Ali, naquela barriguinha lisinha, ela estava carregando nosso bebezinho. O quão mais maravilhoso isso poderia ser? Eu seria pai! Isabella estava me dando um filho. Sorri bobo com meus pensamentos. Mais uma pessoa que me teria enrolado em seu dedo mindinho, assim como a mãe tem.
Fazendo um grande esforço, sim muito esforço, eu a cobri novamente e saí da cama, colocando apenas uma bermuda e uma camiseta.
Quando desci, percebi que todos já estavam acordados e sentados à mesa.
Todos os olhares se voltaram pra mim quando apareci.
– Como vocês estão? – perguntei verdadeiramente preocupado com cada um.
Apesar de estar feliz pra caralho em ter minha mulher em meus braços novamente e um filho à caminho, eu não poderia esquecer a parte de mim que ainda relembrava aquelas fodidas quatro horas e meia amarrado dentro daquele galpão, vendo minha família amarrada e assustada, apanhando e vendo a mulher que eu amo apanhar, vendo a mulher que eu amo tendo uma arma apontada para ela, para seu ventre. Céus, meu filhinho estava ali em todo o momento, e a fodida arma estava apontada diretamente pra ele. Senti um arrepio gelado percorrer minha espinha só de pensar na possibilidade do meu bebezinho... Não, eu não conseguia nem completar o pensamento.
Graças a Deus, Rodrick não tinha se bandeado para o lado de Victória e traído Isabella, era tudo um plano, arriscado demais para o meu gosto, mas um plano.
– Estamos ainda atordoados com tudo, mas bem. – Esme disse com seu jeito simpático de sempre.
– Tudo acabou bem. Graças a Deus. – me sentei na mesa com eles e me servi de um copo de suco.
– E Isabella, filho. Como ela está? – meu pai perguntou genuinamente preocupado. Meu sorriso de besta foi logo evidenciado.
– Está dormindo, mas ela está bem sim. – e grávida, muito grávida de um filho meu, que eu coloquei lá dentro, bem lá dentro. Completei mentalmente. – Ela sofreu uma carga emocional muito forte nos últimos tempos, eu já meio desconfiava do que estava acontecendo, Rosálie sabia poucas coisas, no entanto, ela absorveu tudo pra si mesma. Ela foi muito corajosa e protetora em relação a nossa família.
– Sim, ela foi. – Jasper concordou. – Eu realmente sinto muito que ela tenha passado por tudo isso praticamente sozinha. – ele sacudiu a cabeça. – Eu sou mais velho que ela, tecnicamente eu que deveria protegê-la e não o contrário. Eu me sinto péssimo sabendo que eu ousei ficar com raiva dela, quando tudo o que ela queria era apenas nos afastar para que não sofrêssemos com aquela vingança louca daquela mulher.
– É o jeito dela, sempre querendo cuidar de todos. – Rosálie disse sorrindo levemente. – É o jeito dela demonstrar que ama a nós todos.
– Quer dizer então que aquele dia que a gente saiu da mansão, ela não estava falando sério? – Emmett questionou.
– Não Emmett, agora fica óbvio que não. – Alice respondeu.
– Ah, eu bem que tinha gostado do apelido de família Buscapé. – ele deu de ombros, arrancando risadas de todos nós.
Pedi licença a todos, fui até a cozinha e pedi para a cozinheira preparar um lanche caprichado para minha noiva.
Assim que entrei no quarto, percebi a cama vazia e a porta do banheiro entreaberta, o som do chuveiro ligado.
Deixei a bandeja em cima de uma mesinha e fui até a porta.
– Amor? Tudo bem? – não obtive resposta, e alarmado, eu entrei no banheiro.
Abri o Box e Isabella estava com a testa encostada à parede, deixando a água cair em cima dela, alisando a barriga e... Chorando?
Tirei a camisa e, de bermuda mesmo, entrei no Box com ela.
– Amor, você está sentindo alguma coisa? – a abracei por trás e senti seu corpo se deixar cair contra o meu. – Bella, meu amor, fale comigo. É o nosso pequeno serzinho dando trabalho já? – tentei descontrair, mas ela continuava chorando. – Bella, você está me assustando, baby, fala comigo o que eu houve pra eu poder te ajudar.
– Eu acordei... Sozinha. – ela soluçou em meio à fala.
– Sim, amor. Eu fui até a cozinha para trazer um lanche pra você. Imaginei que acordaria com fome. – beijei seu ombro molhado e afaguei seus cabelos. Ela ainda chorava.
– Eu tive medo... – ela se virou, de modo a ficar de frente pra mim, e me abraçou com força. – Edward, eu tive medo de que não fosse real. Que o pesadelo ainda não tivesse acabado, que eu não estava com você de verdade, que o meu bebê não fosse verdade... Eu tive tanto medo quando acordei novamente sozinha nessa cama. – a abracei com força.
– Nunca, meu amor. Nunca mais você estará sozinha. Eu sempre estarei ao seu lado. Nossa família estará ao seu lado. O pesadelo acabou e você não tem que se preocupar mais com isso. – afastei meu tronco do dela e segurei seu rosto em minhas mãos. – Eu amo você e não vou a lugar algum, principalmente agora que você carrega toda a minha vida dentro de você. Um pouco aqui e um pouco aqui. – toquei seu peito, na altura do coração e depois toquei sua barriga.
– Eu também amo você. – ela sorriu genuinamente. – É tão bom dizer isso.
– Então diga sempre, meu amor, pois eu nunca me cansarei de ouvir. – beijei seus lábios com todo amor dentro do meu peito.
Desligamos o chuveiro, nos secamos e fomos para a cama novamente.
Isabella preferiu comer na cama e descansar um pouco mais antes de descer.
– Amor, antes de tomarmos nosso lanche, será que você pode, por favor, colocar um roupão? – ela franziu o cenho. – Baby, eu já sinto um tesão enorme por você, te vendo nua, em cima da cama e sabendo que você carrega meu bebezinho aí dentro... – apontei para sua barriga. - ... Eu não sei se sou capaz de refrear meu desejo. – ela riu da minha sinceridade. O que fazer? Sou louco por essa mulher.
– Não seria uma má idéia... – eu a interrompi antes que ela implantasse ideias erradas (fodidamente boas, começando comigo caindo de boca no meio de suas pernas enquanto ela tocava em seus seios e gemia meu nome) que pudessem me persuadir.
– Primeiro você vai se alimentar, Isabella. – falei sério e ela arqueou uma sobrancelha pra mim. – Ér... Você sabe, você deve estar com fome e agora deve comer por dois também. – falei mais manso e ela sorriu.
Mas que merda de poder essa mulher tem sobre mim que eu sou uma mocinha perto dela?
– Bem, eu realmente estou com fome. – ela deu de ombros.
Isabella caminhou gloriosamente nua até o closet, pegou um roupão e o vestiu. Voltou para a cama, puxou a bandeja junto e caiu matando nos sanduíches de peito de peru com cheddar e suco de maça. Ok, talvez ela tenha devorado alguns morangos com Nutella, e se esbanjado em algumas torradas com geléia de damasco e queijo Brie.
Ela deve ter percebido minha cara de espantado enquanto eu ainda estava no meu segundo sanduíche.
– Que foi? Tá com uma cara engraçada. – ela franziu o cenho e eu ri ao ver a toda-poderosa Senhorita Swan falando de boca cheia e com o queixo sujo de Nutella.
– De onde está vindo essa fome toda? – eu indaguei.
– A gravidez da fome. – ela usou esse argumento e continuou comendo.
– Quantos bebês tem aí dentro? Dez? – Oh merda, pela cara que ela fez, eu sabia que havia falado merda.
– Tá me chamando de gorda? Você coloca um serzinho em minha barriga pra depois me chamar de gorda? – deixei meu sanduíche na bandeja e segurei em sua mão com calma.
– Amorzinho, eu não estou te chamando de gorda. Só fiquei surpreso com seu apetite, afinal você comia tão pouco antes. – ela continuou de bico. – E olha, você pode comer a vontade que não irá engordar. Você vai é ficar mais gostosa do que já é. – me ajoelhei na cama e biquei seus lábios, fazendo imediatamente aquele bico se desfazer. – Já to até imaginando eu desfilando de mãos dadas com você pelas ruas, sua barriga enorme e eu do lado com aquela cara de “Sim, fui eu quem plantou a sementinha nesse pomar, meu camarada.” – ela não agüentou segurar a gargalhada.
– Por que você é tão fofo e perfeito, heim? – ela ainda ria, e sua pergunta doce embalou meu coração.
– Porque eu fui criado especialmente pra você. – rocei meus lábios nos seus novamente e voltamos a comer entre brincadeiras e coisas românticas.
Eu adoro coisas românticas com Isabella.
[...]
Assim que descemos para a companhia de nossa família, Isabella abriu o jogo para todos nós e nos contou detalhe por detalhe de tudo que aconteceu.
Jasper teve que ser controlado em alguns acessos de raiva diante das declarações de Isabella de toda a pressão psicológica que sofreu por culpa das ações monstruosas do pai. Esme parecia muito machucada por ter vivido tanto tempo com um homem que ela realmente nunca chegou a conhecer.
Isabella parecia estar conformada com a monstruosidade do pai. Eu sei que pra ela foi um choque saber que o herói que ela criou em sua cabeça nunca existiu, mas algo me dizia que essa fácil aceitação tinha algo haver com seu carinho por Rodrick. Cada vez que ela tocava em seu nome e dizia sobre tudo em que ele a ajudou, o carinho e admiração ficavam evidentes em seu tom de voz e no brilho do seu olhar.
Ao fim, nossa família jantou junta, ficando acertado que todos voltariam pra mansão, como estava a princípio. Apenas Rosálie e Emmett ficariam no apartamento dela.
Alice iria pra empresa trabalhar como assistente de Isabella novamente, quer dizer, ela trabalhou alguns dias assim apenas, mas era seu trabalho afinal.
Emmett estava oficialmente desempregado como eu. Após exceder suas férias e não voltar mais ao trabalho, nós tínhamos certeza que Billy Black não o aceitaria e tão pouco ele queria voltar pra lá.
Eu já tinha uma boa ideia cercando minha mente.
Jasper continuaria na faculdade, Esme e meu pai estavam aguardando apenas a aposentadoria dele sair para fazerem um cruzeiro romântico, presente da minha noiva. Era até legal ver essa nova faceta do meu pai de aceitar que a família da mulher dele tem mais dinheiro do que nós poderíamos sonhar e parar de ser tão cabeça dura como ele foi no início de tudo.
Ao fim da sobremesa, todos já estavam conversando sobre temas leves, como se nada de ruim tivesse acontecido há 24 horas.
– Então gente... Eu queria comunicar uma coisa a todos. – Isabella ganhou a atenção de nossa família e eu fazia caretas pra segurar o sorriso orgulhoso que queria despontar em meu rosto.
– Sim, minha filha, pode falar. – Esme a olhava com um brilho nos olhos. Parecia que ela sabia, mas como? Eu tinha certeza que Isabella não contou a mais ninguém. Bem, sempre ouvi falar essa coisa das mães terem uma sintonia com suas filhas e que sabiam quando elas estavam grávidas e essas coisas todas.
Isabella ficou de pé, sorrindo triunfante e verdadeiramente feliz.
– Eu gostaria de informar que teremos um novo membro na família. – a maioria franziu o cenho, apenas Esme e Rosálie sorriam emocionadas. Isabella acariciou a barriga por cima do tecido fino da blusa. – Eu estou grávida.
– Puta que pariu! – Emmett se levantou exclamando alto, e recebendo um olhar de reprovação do nosso pai. – Seu filho da mãe sortudo, vai ter filho primeiro que eu. – ele ria empolgado. Veio até onde eu estava e me deu seu melhor abraço ao estilo Emmett de ser. – Rosie, você não vai deixar isso barato, vai? – ela revirou os olhos e mostrou o dedo do meio para ele. Eles definitivamente se amavam demais.
– Minha filha, que alegria você está me dando. – Esme abraçou Isabella, e chorou emocionada. Rosálie se juntou ao abraço e quando percebi, as três estavam chorando. Isabella estava chorando na frente de todos? Ok, a gravidez realmente pode transformar uma mulher.
– Ai mãe, ao mesmo tempo que eu estou assustada, eu estou feliz e empolgada. – Isabella se desvencilhou do abraço e recebeu os cumprimentos dos outros enquanto ainda falava com a mãe.
– Viu Carl, vamos ter um netinho. Talvez nós devêssemos repensar nossa viagem. – Esme abraçou meu pai que também sorria emocionado.
– Sim Esme, nossa família terá que estar reunida nessa fase tão maravilhosa com a chegada de mais um membro. – meu pai beijou o topo da cabeça dela e me olhou cheio de orgulho.
– Você engravidou minha irmã. – Jasper veio até mim sorrindo e tentando falar com falso tom acusador. – Acho que eu tenho o direito de resposta, heim. – ele ergueu as sobrancelhas de forma insinuante.
– Nem fodendo. – eu neguei na hora, com um enorme sorriso besta ainda estampado em meu rosto.
– Não viaja, Jasper. Termina a faculdade primeiro e depois venha falar de casamento e filhos. – Alice cortou suas asinhas e ele riu sem graça.
– Isso mesmo, filha. Dite as regras da sua relação. – Meu pai apoiou sorrindo.
– Vocês Cullens são todos mandados por mulheres. Nada mais justo que o único Swan de calças seja mandado pela única Cullen de saias. – Rosálie acrescentou de forma zombeteira.
– Sou mandado com muito orgulho. – Abracei Isabella, que se agarrou a mim de forma totalmente carinhosa. – E vou ser mandado por esse serzinho que está a caminho.
Todos riram e a conversa continuou em meio a brincadeiras e perguntas sobre a gravidez.
Minha família estava feliz, eu estava feliz, a mulher que eu amo estava feliz. Fechei meus olhos e agradeci a Deus por conceder-nos esse momento tão bom em nossas vidas, e pedi para que durasse, pois depois de experimentar essa felicidade, eu não conseguiria mais viver com menos que isso.
[...]
Saí do banho e Isabella já estava deitada na cama, coberta pelo lençol de seda azul escuro que contrastava perfeitamente com sua pele pálida e cremosa.
Eu sabia que ela estava nua. Era só o movimento de retirar aquele lençol de cima dela e eu perderia o controle.
– Vai ficar me secando de longe? – ela perguntou sorrindo.
Passei a toalha novamente em meus cabelos, tentando secá-lo rapidamente, e com a outra mão me ajeitei em minha boxer vermelha. Meu membro já estava ganhando vida só pela visão que eu tinha de Isabella deitada naquela cama e disposta pra mim.
– Você sabe que não. – respondi a sua pergunta momentos depois.
Joguei a toalha numa poltrona e recebi um olhar reprovador de minha noiva. Apenas dei de ombros e fui para cama, ao seu lado.
– Antes que você tire minha concentração, eu queria conversar. – ela sorriu e assentiu. – Como as coisas vão ficar de agora em diante?
Ela se ajeitou na cama, e eu pude pegar um vislumbre de seus seios. Fechei os olhos com força e tentei pensar em imagens feias para tirar aqueles seios perfeitos e deliciosos da minha cabeça. Abri quando me senti mais calmo e pude vê-la sorrindo em claro entendimento.
– Vejamos, se você está falando em relação à morte de Victória e a prisão de James. – eu assenti. – Como Rodrick disse, ele já tem tudo organizado com seus amigos da CIA e do FBI, então não teremos problemas com isso. James não falará nada, até porque ele foi preso sob muitas acusações graves, então até mesmo se ele afirmar que um mais um é igual a dois, ninguém acreditará. E a morte de Victória já está arranjada como latrocínio. Essa vai ser a história contada nos jornais. O velho Holand tinha alguma família por aí, eles devem ser contatados para receber o que lhe são de direito e de resto, ficará para os acionistas. Se não há dinheiro perdido, não há reclamações sobre mortes. Infelizmente, o mundo capitalista que vivemos é assim.
– E sobre a morte de Jéssica? Seu tio Aro continuará respondendo?
– Ele está respondendo em liberdade, e já foi encaminhado a fita da câmera de segurança que pegou o assassino contratado para fazer o serviço entrando no prédio da Swan Spa. Ele será inocentado, já que existe a prova, mas não voltará a integrar a Swan Spa. Não posso ter o nome dele ligado a minha empresa mais. E bem, eu vou jogar as cartas no conselho e solicitar a minha nomeação como presidente, já que não há nada contra mim. Até mesmo porque a empresa caiu um pouco no mercado com esse escândalo da morte de Jéssica. – ela suspirou. – Enfim, caí alguns degraus, mas agora vou fazer da forma correta. Sem pessoas espreitando para prejudicar minha empresa, sem mulheres malucas querendo se vingar de mim. – ela riu sem humor. – E você pode até achar errado, mas eu não vou deixar a empresa pagar pelos erros de gestão do meu pai. Aqueles documentos foram queimados e todas as provas de ilegalidades ganharam um fim. Não vou trazer nada disso à tona. Não vou pagar pelos erros do meu pai.
Segurei em sua mão e a trouxe até meus lábios para depositar um beijo ali.
– Eu te apoio em tudo que você decidir, meu amor. E realmente, os erros foram da gestão do seu pai, se alguém teria que receber o título de mal empresário, teria que ser ele e não você. Isabella, você é uma das melhores desse país, não é justo que as ilegalidades que ele praticou prejudiquem você.
– Sim... Me dói saber que o homem que eu criei em minha cabeça nunca existiu. – ela deu um leve sorriso. – Mas eu tenho a minha família ao meu lado, e bem, Rodrick tem sido como um pai pra mim.
– Sim, ele tem um verdadeiro sentimento de pai por você. E ele, o que fará de agora em diante?
– Acho que ambos merecemos férias, não é mesmo? – eu assenti. – Ele vai permanecer em minha vida, mas não será como um simples funcionário, será mais como uma pessoa que eu confio plenamente e que é o meu melhor amigo, e que de quebra, trabalha em minha segurança.
– Assunto encerrado, então. – eu sorri enquanto tirava o lençol de cima do seu corpo. Bella mordeu o lábio inferior e me olhou sapeca. – Tô louco pra essa barriguinha crescer. Quando iremos ao médico?
– Amanhã já começo a retomar minha vida. E procurar o serviço médico será meu primeiro passo. – eu subi beijos de sua barriga até seu queixo, deixando meu corpo pairar em cima dela.
– Sabe, pode ser uma coisa meio machista, mas é tão bom saber que eu coloquei um bebê dentro de você. Só de pensar nisso eu fico duro de desejo. – esfreguei meu membro em suas coxas para provar minha teoria.
– Hummm, não senti se está completamente duro. – ela debochou.
– Ah sua diaba, não me provoca. – mordi seu queixo e levei uma mão ao seu seio e o apertei.Tão macio!
– E se eu provocar, você vai fazer o quê? – ela perguntou maliciosa. Ah, hoje ela queria me levar à loucura!
– Você vai ver então, sua diabinha. – beijei forte seus lábios e forcei passagem da minha língua. Ela me aceitou quente e macia.
Enquanto nossas línguas se acariciavam e nossos lábios se provavam, eu levei uma mão até sua feminilidade.
Levei o dedo indicador até sua entrada, e introduzindo-o um pouco, encontrei seus sulcos.
Ela gemeu em meus lábios e eu continuei o assalto em sua boca e em sua fenda.
Espalhei seus sulcos por toda sua doce feminilidade e acariciei seu clitóris com o dedão e introduzi os dedos médio e indicador em seu canal.
Encontrei aquele pontinho durinho dentro dela e estoquei rapidinho, fazendo-a se contorcer embaixo de mim e tentar encerrar o beijo.
Ela me empurrou e eu larguei seus lábios.
– Porra, isso é bom. – ela gemeu se arqueando pra mim.
Me ajeitei de joelhos e retirei meus dedos de dentro dela, recebendo reclamações em forma de resmungos.
– Calma, eu quero fazer uma coisa, me diz se é bom, ok? – ela sorriu e assentiu.
Levantei suas pernas de modo que ela ficasse deitada com as pernas dobradas, ficando bem aberta pra mim.
Uma mão eu apoiei em seu ventre e a outra, eu espalmei em seu sexo.
Dobrei os dedos médio e anelar, deixando o mindinho, o indicador e o dedão apenas como apoio. Os dedos dobrados, o médio e o anelar, eu introduzi em sua fenda, e a senti prender a respiração.
Dobrei os dedos que eu tinha introduzidos em sua entrada, de modo a tocar a parte interna do seu clitóris. Muitos caras podem não saber, mas a parte interna do clitóris é maior do que a parte externa. Senti sua carne literalmente abraçando meus dedos. Olhei em seu rosto e sua expressão era de prazer.
– Acho que você vai gostar. – eu disse e lhe dei meu melhor sorriso.
Olhei para seu sexo, e meus dois dedos enterrados dentro dela. Porra, que visão maravilhosa!
Fiz uma leve pressão em seu ventre com a mão que eu deixei de apoio, nada que machucasse nosso serzinho que ainda devia ser do tamanho de uma ervilha, e com a outra mão, que eu tinha dois dedos introduzidos dentro dela, eu fiz o movimento, não de entrar e sair, mas de mexer pra cima e pra baixo.
– Porra!! – Isabella gritou e se contorceu. Tentei controlar seu corpo e continuei o movimento pra cima e pra baixo com meus dedos ali em sua entrada.
Essa porra doía a mão, mas totalmente valia a pena ver seu rosto nublado de prazer.
Senti a pressão de suas paredes internas cada vez mais forte e tirei meus dedos de dentro dela. No exato momento em que fiz isso, seu líquido jorrou com pressão, nada escandaloso como nos filmes pornôs, mas verdadeiro, uma ejaculação feminina verdadeira e com pressão e que estimulou meu ego até os mais elevados níveis.
– Ahhhhh... – ela urrou de prazer enquanto o líquido deixava seu corpo.
– Aposto que agora você não está tão engraçadinha quanto a mim, huh? – ela sorriu sem forças e eu tirei minha cueca antes de cobrir o seu corpo com o meu.
– Não sei se aguento... – ela murmurou sua desculpa de sempre. Eu apenas sorri.
– Você sabe que aguenta. – me introduzi em seu canal molhado, e meu pau ferveu com aquela carne quente o abraçando. Estoquei até o fundo. Voltei até quase deixar apenas a cabeça dentro e voltei com força. – Ele está duro o bastante pra você agora, Senhorita Swan? – ela jogou a cabeça pra trás e arranhou minhas costas com suas unhas.
– Simmmm... Tão duro. – ela gemeu.
– Porra, fala isso de novo. – rosnei e estoquei com mais força. Ainda bem que o meu serzinho ainda era muito pequenininho.
– Duro... Ele é tão grande, grosso e duro... – trinquei os dentes para segurar meu orgasmo. Ter meu pau enterrado em Isabella e pra ajudar, ela falando essas coisas, eu nunca conseguiria me manter por muito tempo.
– Todinho feito pra você. Ele foi feito pra você. Assim como sua bocetinha foi feita pra mim. – desci um tapa estalado em sua coxa. Empurrei seus dois joelhos de modo a ela ficar mais aberta ainda pra mim, totalmente exposta. – Vem comigo, Bella. Eu não aguento mais. – pedi em urros de prazer.
– Sim... Sim... Sim... Óh Edward... – senti seu aperto tão forte que foi capaz de prender totalmente meu pau, não me permitindo me mover dentro dela, e eu gozei maravilhosamente em seu aperto.
– Bella... – chamei seu nome ao me derramar dentro dela.
Saí lentamente de dentro dela e me deitei ao seu lado.
Ela se aconchegou ao meu peito.
– O lençol tá molhado. – ela reclamou com um sorriso na voz.
– Sim... Isso é bom. – eu ainda mantinha meus olhos fechados e os meus braços em torno dela.
– Eu amo você, Edward. Nunca me deixe passar um dia sem te dizer isso. – ela beijou meu peito, na altura do coração. – Você transformou minha vida, me tirou daquele estado robótico e me fez lembrar que um coração ainda batia aqui dentro de mim e que eu poderia ser uma mulher feliz e amada e ser uma grande empresária ao mesmo tempo.
– Você me olhou quando eu não era nada. Acho que ambos fizemos coisas boas um na vida do outro. – beijei seus cabelos. – Eu te amo, e prometo te amar pelo resto dos meus dias. Amarei você, nosso serzinho que está a caminho e todos os outros serzinhos que vierem.
Permanecemos abraçados até o cansaço invadir nossos corpos.
Eu nunca imaginei que tanta felicidade caberia dentro de mim, mas sim, cabe.

Apertei a mulher da minha vida em meus braços e mais uma vez nesse dia, eu agradeci a Deus por me conceder tamanha felicidade.


E então, gostaram? Eu espero que sim...
como puderam ver, as coisas se ajeitaram, agora vem a felicidade e teremos os momentos que tanto esperamos desde o inicio da fic. Casamento virá, o serzinho, enfim, essas coisas rsrsrsrs... BEIJOS A TODAS E MUITO OBRIGADA POR TODO O APOIO QUE TEM ME DADO E PELOS COMENTARIOS QUE ME ENCHEM DE ALEGRIA.

1 comment :

  1. Awwnn que lindoos! A fic ta perfeita! Parabens!!

    ReplyDelete