Boa tarde amores! Pela primeira vez
estamos postando uma Oneshot no Site, que, pra quem não sabe, é uma fanfic de
um único capítulo. Nossa estréia é com a querida Valentina LB que já nos
presenteou com suas fics e agora nos autorizou a publicar também essa Oneshot.
Curtam e comentem no final o que acharam.
Título: Ensaio
Autora(o): Valentina LB
Shipper: Bellard
Gênero: Romance / Comédia
Censura: NC-18
Autora(o): Valentina LB
Shipper: Bellard
Gênero: Romance / Comédia
Censura: NC-18
Ensaio
By Valentina LB
Atenção: Este conteúdo foi classificado
como impróprio para menores de 18 anos.
"Estou
ciente, quero continuar!"
CAPÍTULO
ÚNICO
Em toda minha existência eu nunca
tinha estado tão ansioso como me sentia na última semana que antecedia meu
casamento com Bella.
Com
a ajuda da minha família, principalmente de Alice, teríamos uma festa linda. E
podem não acreditar, Bella tinha concordado com tudo!
Flores
da Holanda, bombons da Suíça, vinhos da Itália, champagne da França, salmão da
Noruega, caviar da Rússia... Enfim, o que havia de melhor no mundo tinha sido
providenciado para transformar nosso casamento em um verdadeiro conto de fadas.
O
casamento em si estava completamente planejado e organizado. O problema era a
lua-de-mel.
Bella
tinha insistido para que tivéssemos nossa “primeira vez” enquanto ela ainda
fosse humana e eu, desprovido do meu juízo habitual quando se tratava de fazer
suas vontades, tinha aceitado.
Sendo
assim, nossa viagem também tinha sido planejada nos mínimos detalhes. O
isolamento da ilha particular para onde iríamos, no Brasil, era perfeito para
nos dar privacidade e liberdade para que eu me expusesse ao sol sem causar um
alvoroço nas pessoas que estivessem por perto. Eu e Bella poderíamos curtir a
natureza exuberante do lugar sem nenhum problema. Seríamos só nós dois...
O
clima tropical da Ilha de Esme era fundamental para não levar minha esposa
humana a uma hipotermia devido à gelidez do meu corpo. Não queria que Bella
tivesse de ficar enrolada em um edredom para se proteger do frio que eu a fazia
sentir. O plano era outro... Queria ficar o mais junto dela possível, sem nada
nos separando.
A
situação era a seguinte: tudo estava pronto para o nosso enlace. Faltava
somente um pequeno detalhe: eu não me sentia preparado para nossa noite de
núpcias! Não fazia a menor idéia de como iria transformar Bella em mulher sem
matá-la durante nossa transa. O histórico de sexo entre vampiros e humanos não
era bom, pelo menos para os humanos, claro. Na verdade o fato era que eu não
sabia transar. O problema não era exatamente se eu conseguiria controlar minha
força e minha sede pelo sangue de Bella durante o ato sexual, como eu queria
acreditar. O meu real desespero estava na triste constatação de que eu era um
virgem inexperiente e assustado que não fazia a mínima idéia de como fazer amor
com Bella. A teoria eu conhecia a fundo, já a prática...
Eu
já tinha conversado com Carlisle sobre isso muitas vezes. Sua maior preocupação
era com a segurança de Bella. Ele também tinha me orientado quanto ao sexo em
si, mas eu ainda estava apavorado.
“Edward,
você precisa se lembrar que Bella também é inexperiente. É comum que a mulher
consiga ter prazer em sua primeira vez, mas ainda assim é bem incômodo e
dolorido o rompimento do hímem. Você deverá ter calma e ser bem paciente com
ela. Coloque o prazer dela como prioridade. Para nós, homens, é bem mais fácil
alcançarmos o orgasmo do que para as mulheres. Seja atento aos sinais que Bella
te dará. Veja se ela está gostando, se está confortável... Mas não se esqueça
que tem de estar bom para você também. Só assim vocês terão uma perfeita noite
de amor.”
Das
infindáveis conversas que tivemos, essas foram as palavras que mais me marcaram
e que não saíam da minha mente.
Contudo
eu ainda queria uma opinião feminina. Queria entender o que se passava na cabeça
de Bella naquelas circunstâncias.
Eu
tinha três pessoas para procurar ajuda: Esme, Rose e Alice.
Conversar
sobre minha noite de núpcias com minha mãe não era algo que me agradava. Rose
não concordava completamente com meu relacionamento com Bella, o que a
descredenciava como uma boa conselheira. Tinha sobrado a aloprada da Alice.
A
caça que eu e ela faríamos naquela tarde, sozinhos, já que Emmet e Jasper
tinham viajado para New York para verem uma Feira de Motos, seria o momento
perfeito para eu me abrir com ela.
–
Vamos, Edward, desembucha! Já vi que quer falar comigo. – ela falou enquanto
relaxávamos sob uma árvore.
–
Bom, se sabe o que eu vou perguntar, por que não facilita as coisas para mim?
Acha que é fácil falar de sexo com a minha irmã?
–
Edward, se eu consigo suportar você lendo os pensamentos obscenos que eu e meu
marido temos um com outro, pode ter certeza que você nem chegou perto do limite
máximo do constrangimento. Relaxa.
–
Está bem, vamos pular essa fase de “minha vergonha é maior que a sua” e vamos
ao que interessa. O que você consegue ver agora sobre minha lua-de-mel com
Bella?
Alice
se concentrou e pude ver em sua mente uma imagem de Bella chorando,
decepcionada.
–
Edward, eu não quero te deixar preocupado com minhas visões. Elas estão oscilando
muito. Já os vi super felizes, já vi Bella morta e, em outros momentos, a vi
triste, como agora. Como vê, não há nada definitivo. Você ainda está inseguro
sobre como agir. Sabe que não pode se dar ao luxo de errar com Bella. Tem de
estar confiante para poder se concentrar apenas no seu autocontrole. Precisa se
preparar melhor, só então eu terei condições de prever algo concreto.
–
Mas como vou ficar confiante se não tenho experiência nenhuma nessa área,
Alice? Eu nunca estive com uma mulher antes.
De
repente os pensamentos de Alice estavam em minha mente.
“Você
precisa ensaiar.”
–
Como assim?? Está sugerindo que eu traia a Bella? Que fique com outra humana
para aprender a transar? – eu estava indignado.
–
Claro que não! Eu jamais deixaria que fizesse isso com minha amiga!
–
Então seja mais clara!
Alice
não precisou falar. Entendíamo-nos sem palavras.
“Que tal
bonecas infláveis?”
–
BONECAS INFLÁVEIS?? TOMOU SANGUE VENCIDO, ALICE?
–
Edward, elas são ideais! Veja bem, quando conseguir ir até o fim sem estourá-las
ou causar algum outro dano é porque estará preparado. Elas são tão frágeis
quanto Bella. Você fará as duas lições ao mesmo tempo, a de como dar prazer à
Bella e a de como não matá-la.
–
ALICE, POR FAVOR, PARE DE ME IMAGINAR COMENDO UMA BONECA DE PLÁSTICO!! – Edward
implorou, tampando o rosto com as mãos.
–
Desculpe-me, Edward, divaguei... Vou tentar me segurar, juro.
–
ENTÃO TENTE, POR FAVOR!
–
Mas então... Esta é ou não é uma idéia brilhante? – Alice perguntou eufórica.
–
Eu não sei nem o que falar... É a coisa mais estúpida que já ouvi.
–
Eu sei Edward, mas vai dar certo, eu sei que vai! Tente ver pelo lado prático.
–
De todos os lados que vejo é sempre humilhante.
–
Humilhante será se não conseguir transformar a primeira vez de vocês no momento
mais lindo e especial da vida de Bella.
–
Talvez você tenha razão. Pode até ser... Promete que isso ficará só entre nós?
Que ninguém nunca saberá disso?
–
Prometo! – Alice disse, cruzando os dedos indicadores e os beijando. - Jasper e
Emmet ficarão fora por mais dois dias. Carlisle estará de plantão o dia todo e
pode deixar que eu dou um jeito de levar Esme para Port Angeles para fazermos
compras. Amanhã ficará sozinho em casa. Ninguém vai ver nem ouvir nada.
Naquela mesma noite fui foi para
Seattle comprar o que precisava, dando início ao plano absurdo da minha irmã
maluca.
Encontrar
um sexshop aberto na madrugada não foi difícil.
Estava
muito envergonhado ao entrar na loja. Na verdade pensei em dar meia volta e
sumir dali, mas me lembrei que tudo o que estava preste a fazer era para
garantir o prazer e bem estar de Bella. Por ela eu faria qualquer esforço.
–
Vocês têm bonecas infláveis? – perguntei ao atendente, de cabeça baixa.
–
Temos sim. Tem preferência de etnia? – ao contrário de mim, o balconista estava
completamente à vontade com meu pedido.
–
Como?
–
Prefere branca, negra ou oriental?
–
Hã? – eu precisaria de mais cem anos de experiência de vida para entender
aquela pergunta, afinal era apenas um objeto de plástico... Ou não?
–
Amigo, por alguns minutos essa boneca será a mulher da sua vida. Não acha de
bom tom escolher sua aparência? – o cara do outro lado do balcão argumentou.
–
“Mulher da minha vida?” Ah, sim, pode ser branca então. – lembrei-me da pele
alva e macia de Bella.
–
Cabelos...
–
Castanhos.
–
Com vagina e ânus ou só vagina?
–
Hum... Me dê um minutinho, por favor...
Fui
para o fundo da loja para não ter uma síncope na frente do balconista. Liguei
para Alice desesperado.
–
Alice, eu vou te matar! Não faz idéia do que você está me fazendo passar. O
cara do balcão acabou de me perguntar se eu quero uma boneca com ânus ou sem.
Acredita nisso? Ajude-me, pelo amor de Deus!! O que eu respondo?
–
Sei lá, Edward, não conheço suas taras. Não sei do que você gosta! Na dúvida é
melhor estar preparado para tudo. Entre quatro paredes não há limites para o
prazer, irmãozinho. – Alice riu.
Edward
voltou.
–
Com.
–
Bob, manda uma caixa da BI-CM/COMPLETA! – o rapaz gritou diante de um tubo que
subia pela parede.
Alguém
no andar de cima respondeu “OK”.
–
Uma não, dez. – corrigi.
Uma
dezena seria meu limite. Se estourasse as dez bonecas desistiria
terminantemente de atender o desejo totalmente irresponsável de Bella de ter
essa experiência humana antes de se transformar.
“E eu que
me achava solitário... Bacanal com boneca inflável é o cúmulo do desespero.”
–
Vai querer de etnias variadas?
–
Não, todas iguais. – nessas horas eu me odiava por ouvir pensamentos alheios.
“Racista o
cara, heim!!!”
–
Mais alguma coisa? Filmes eróticos, gel lubrificante...?
–
Tem filmes sobre como transar com virgens?
–
Não temos, infelizmente. Olha moço, sinto muito te dizer, mas essas bonecas não
têm hímem.
“Esse cara
é doido?”
Fechei
a cara e olhei-o de cima a baixo. Já estava vendo a hora que voaria no pescoço
dele e lhe mostraria o que era ser doido de verdade.
“Rapaz
estranho, dá medo!”
–
É claro que eu sei que elas não têm! Vou levar o lubrificante também.
Os
pensamentos daquele infeliz já estavam me tirando do sério. Em meus mais de cem
anos nunca tinha me sentido tão desconfortável.
Entrei
em casa pela janela do meu quarto. Não queria que ninguém me perguntasse o que
eram aqueles pacotes enormes.
Se
tinha uma pessoa no mundo que eu temia descobrir esse plano tosco, essa pessoa
era Emmett. Já podia imaginar suas gargalhadas debochadas ecoando pela casa.
Ficaria refém das suas gozações pelo resto da eternidade. E, em se tratando de
ficar nas mãos de Emmet, eternidade era um tempo muito longo...
Em
alguma hora da madrugada Alice entrou em meu quarto com uma sacola. Ela apenas
a deixou sobre a cama.
“Aqui tem
roupas da Bella. Vista a bonecas para ficar mais real. Precisa treinar despi-la
também. As preliminares são importantíssimas. Tudo o que tem aqui é da Bella.
Eu disse TUDO, viu??? Divirta-se. Amanhã bem cedo eu e Esme iremos para Seattle
e a casa será inteiramente sua.”
Alice
evitou conversar para não sermos ouvido por nossos pais. Busquei suas palavras
ainda em sua cabeça.
Agradeci
com um sorriso tímido e coloquei a sacola junto com os outros pacotes, no
armário.
Já
tinha avisado Bella que não nos veríamos naquela noite nem no dia seguinte,
pois iria a Port Angeles resolver uns assuntos financeiros. Como ela sabia que
tínhamos muitos negócios nesse ramo, nem desconfiou que era mentira.
Assim que o Porsche amarelo de
Alice deixou a garagem, levando Esme junto, confirmei que finalmente estava
sozinho.
Era
hora de começar!!
Fechei
a porta do meu quarto, apenas por garantia, e respirei fundo. Não que eu
precisasse de oxigênio, mas aquele gesto me acalmava. Não adiantou muito,
continuei nervoso.
Abri
uma das caixas e tirei o rolo de plástico que estava dentro. Se uma boneca
inflável já era estranha quando cheia, imaginem vazia... Era assustador.
–
Como é que vou me excitar com algo assim? – me perguntei, falando sozinho como
um doido varrido. – Vamos lá, Edward Cullen, você consegue! É tudo pelo bem de
Bella!
Deixei
aquela coisa assombrosa sobre a cama e comecei a me despir. Tinha que tentar
criar um clima propício.
Tirei
a camisa, os sapatos, a calça e acabei ficando apenas de boxer. Eu estava tão
envergonhado com aquela situação degradante na qual eu tinha permitido Alice me
colocar que até tirar a roupa estava se mostrando uma tarefa dificílima. Por
fim tirei a cueca. A situação não era animadora. Passei a mão ao longo do meu
membro, tentando despertá-lo, mas nada... Estava tão caído quanto minha
esperança de que aquilo iria dar certo.
Deixei
para resolver esta questão na hora certa e joguei as coisas de Bella que
estavam na sacola sobre a cama.
Logo
reconheci um short de moletom que ela sempre usava em casa; uma blusa branca de
mangas longas e botões na frente, que a deixava linda, evidenciando seus
pequenos seios firmes; e então, para meu deleite, um sutiã e uma calcinha
brancos, de renda, que formavam um sensual conjunto.
Peguei
a pequena tanga em minhas mãos e fiquei apreciando-a. Não era difícil
imaginá-la no corpo lindo de Bella.
Sem
me controlar, levei-a ao nariz e foi aí que a ebulição começou.
Para
o limitado olfato humano, o cheiro de amaciante era tudo que se podia sentir,
mas para o meu apurado sentido, lá estava o perfume que me enlouquecia... O perfume
que exalava do sexo de Bella quando ela ficava excitada com nossos beijos. O
cheiro que quase me fazia perder a razão e o controle. Respirei fundo, trazendo
mais da fragrância para dentro de minhas narinas.
Não
precisei olhar para ver em que estado eu estava. Eu podia sentir... Percebia
meu pênis pulsar, como se fosse a única parte viva do meu corpo; minha
respiração se acelerar e a sensibilidade de minha pele aumentar. Eu estava
pronto.
Procurei
a válvula de ar da boneca 1 e assoprei... assoprei... e assoprei. O estrondo
foi forte. Milhares de pedacinhos de plástico caíram como confetes pelo quarto.
Lição número um:
“Jamais fazer respiração boca a boca em Bella.”
Tudo bem, aquilo não ia me
desanimar. Tinha sido apenas um erro de calibragem. Nada sério.
Enchi
a boneca 2 sem problemas. Nada de explosões.
Vesti-a
com as roupas que Alice tinha trazido da casa de Bella. O cheiro humano e
delicioso de minha noiva rescendeu pelo ambiente, me deixando inebriado.
Coloquei-a
ao meu lado e comecei a retirar suas roupas delicadamente. Se alguém me visse
fazendo aquilo eu “procuraria os Volturi” no mesmo dia. Era definitivamente a
coisa mais ridícula que eu já tinha feito. Eu preferiria morrer de novo a viver
com aquela vergonha.
A
blusa saiu fácil. Observei os seios da boneca, adornados pelo lindo sutiã.
Fechei os olhos para imaginar que eram os de Bella. Deus, como eu desejava
sentir o volume e a textura da pele de seda dela sob minhas mãos! Por noites e
noites, enquanto ela dormia, eu ficava observando o doce balanço que seus seios
faziam, seguindo o compasso de sua respiração. Eles eram uma tentação para mim.
Mas
no momento a boneca inflável era tudo o que eu tinha. Melhor me contentar.
Uma
de minhas mãos percorreu a lateral do sutiã até alcançar o fecho. Agora era só
abrir.
É,
só abrir... Como assim, só abrir? Que tipo de mecanismo usavam para fechar
esses malditos lingeries? Parecia até coisa da NASA!!
Depois
da décima tentativa frustrada eu já estava nitidamente estressado.
Por
que é que não faziam as trancas dos cofres com aquela tecnologia? Com certeza
nunca mais haveria arrombamentos.
Tudo
bem, era só colocar um pouquinho de força e tudo se resolveria...
Desta
vez não foi só uma chuva de pedacinhos de plástico que cobriu a cama.
Minúsculos pedaços de renda branca também pairavam no ar. O fecho permaneceu
intacto.
Lição número dois:
”Não é força, é jeito. Lingeries são coisas frágeis.”
Não ia me deixar abalar por esses
dois pequenos percalços. Eu era um vampiro e sabia me controlar muito bem.
Paciência era meu segundo nome.
Enchi
mais uma, a boneca 3. Em pouco tempo ela tomou forma, se é que podia chamar
aquilo de forma.
Coloquei-a
na cama e me joguei sobre ela. Mais uma baixa no dia...
Lição número três:
“Não pular sobre Bella. Ela explodirá.”
Tudo bem, eu ainda tinha mais
sete bonecas e uma ereção de dar gosto. O plano ainda estava de pé. Não só o
plano...
A
boneca 4 ganhou vida.
Deitei-me
delicadamente sobre ela e apoiei os cotovelos para melhor me encaixar no tal
orifício, desrespeitosamente chamado de vagina pelo vendedor. Aquilo estava
longe de se parecer com a delicada genitália feminina.
Outra
baixa. Meu cotovelo praticamente partiu o braço da coitadinha.
Lição número quatro:
“Cuidado onde coloca os cotovelos. Bella fica melhor com dois braços.”
Eu já estava na quinta boneca e
ainda não tinha metido umazinha sequer. Já estava ficando ansioso e preocupado.
E se eu tentasse em melancias? Não, aí já seria humilhação demais...
Lambuzei
a boneca 5 com lubrificante e, com toda delicadeza do mundo, iniciei a tão
esperada penetração.
No
começo foi um pouco estranho, mas interessante. Fui colocando meu membro
devagar até entrar tudo. E não é que o negócio era divertido? Tirei lentamente
e coloquei de novo. Na terceira investida, quando um gemido profundo já
escapulia da minha garganta e meus quadris se mexiam freneticamente, minha
cabeça bateu na testa da infeliz e ela estourou como se fosse um mero balão de
aniversário na mão de uma criança.
Mais uma lição aprendida, a
quinta: “Olha onde põe a cabeça. A de cima...”
Eu tinha mais cinco chances para
provar para mim mesmo que eu seria capaz de manter Bella viva quando fizéssemos
amor.
Na
sexta tentativa eu resolvi conhecer um pouco mais minha companheira antes de
partir para os finalmente. Já tinha percebido que a boca da boneca era
estranhamente cilíndrica, mas não tinha me atentado para o que servia. Ler o
manual ajudou. Deixou bem claro para o que servia aquela “garganta profunda”.
Tinha desenho e tudo.
Bem,
não custava nada experimentar. Quem sabe ali eu seria um pouco mais eficiente.
Passei
lubrificante também na 6, como sugeriram, ajoelhei-me sobre a cabeça da moça
(Meu Deus, eu já estava criando vínculo afetivo com as meninas de plástico!) e
iniciei o vai-e-vem. Nossa, aquilo era muito bom!! Pra ser sincero era bom
demais!!
“Será que
um dia Bella terá coragem de fazer isso em mim?”
Pronto,
foi só pensar em Bella que a coisa ficou quente de vez. Aumentei o ritmo das
estocadas e já estava sentindo as pernas ficarem bambas quando meu pênis
atravessou a boca, a garganta e fez um buraco na nuca da sexta vítima,
perfurando até o colchão.
Lição número seis:
“Nem ouse sonhar com um boquete de Bella.”
Definitivamente eu era um
predador sexual. Já tinha seis mortes
nas costas e mais quatro reféns esperando silenciosamente a vez de perderem
suas vidas.
Sentei
desconsolado na beirada da cama. Não estava dando certo. Eu estava me
comportando como um ogro.
–
Onde você estava com a cabeça quando prometeu a Bella que fariam sexo na
lua-de-mel, Edward Cullen? – retornei à minha recém adquirida mania de falar
sozinho. – Você sabe muito bem onde queria estar com a cabeça, seu irresponsável!
– me respondi, olhando para o meu sexo inexplicavelmente duro, depois de tantas
interrupções.
Esquizofrenia
em vampiros era novidade. Eu já estava me multiplicando.
Se
eu matasse mais uma boneca que fosse
eu procuraria Bella e acabaria com aquela loucura toda. Não era certo expô-la a
tanto risco apenas porque não conseguia dizer “não” para ela. Dessa vez eu a
magoaria se fosse necessário, mas não ia correr o risco de vê-la morta em meus
braços.
Eu
continuava a ter o necessário para dar segmento àquele absurdo ensaio proposto
por Alice. Parecia que meu pinto não amoleceria nunca mais na vida. Se apenas
uma calcinha de Bella fazia isso, imagina ela inteira? Eu teria que me
controlar muito diante da tentação que ela era pra mim...
Inflei
a boneca nº 7 e me posicionei. Dessa vez voltei para o orifício mais
conservador.
Usei
todo o aprendizado das vezes passadas, lembrando-me dos erros para não
cometê-los novamente.
Deitei-me
delicadamente sobre ela, posicionei meus cotovelos longe de seus braços,
mantive minha cabeça distante de sua testa e controlei as estocadas.
Perfeito!!
Eu
estava no céu e minha alma flutuava entre as nuvens. Sim, naquele momento eu
tinha uma alma.
Enquanto
eu entrava e saía daquele canal apertado e úmido, uma corrente de prazer e
êxtase percorria meu corpo. A calcinha de Bella, que eu havia colocado na
cabeça da BI-CM/COMPLETA como se fosse uma touca ainda exalava o cheiro de seu
sexo e aquilo me deixava mais louco a cada movimento que eu fazia, ainda que a
aparência de minha companheira estivesse deveras estranha.
Quando
percebia que estava exagerando eu diminuía o ritmo. Foi nesse “entra e sai”,
“lento e rápido” que eu senti minha mente se desligando de tudo e uma explosão
de prazer se espalhar do meio do meu corpo para todas as outras extremidades,
como seu eu fosse um emaranhado de fios elétricos em pleno curto-circuito.
Na
mesma velocidade com que gemidos saíam de minha boca, um líquido viscoso
esguichava de meu pênis, inundando o interior sem vida da minha prostituta de
plástico.
Eu
tinha gozado!! Tinha tido meu primeiro orgasmo e nunca conseguiria descrever a
intensidade daquela sensação com palavras. Agora entendia a cara de felicidade
de meus irmãos quando saíam de seus quartos.
Avaliei
os estragos na boneca. A cintura dela tinha pequenos furos nos lugares onde eu
a tinha apertado na hora do “vamos ver”. Em breve ela estaria murcha.
Lição número sete:
“Se é para apertar alguma coisa, prefira a cabeceira da cama, é bem mais forte
do que a Bella.”
Olhei para as três caixas
restantes e me alegrei. Estava começando a me divertir com minhas garotas. Já
estava arrependido de não ter comprado mais. A manhã nem tinha acabado ainda e
logo ficaria sem ter com quem brincar.
Eu
e a boneca 8 nos deitamos. Decidi ser mais carinhoso e ensaiei umas
preliminares. Acariciei seus seios, lambendo-os, beijei sua barriga... E
finalmente estava dentro dela. Mais uma vez estava sendo perfeito. Dessa vez eu
tinha conseguido encontrar o ritmo certo. O gozo se aproximava com uma força
devastadora. Eu nem acreditava que uma sensação tão forte como aquela era
possível ser sentida. Antes que um urro animalesco saísse da minha garganta,
acordando toda a população de Forks, mordi o ombro da garota, tentando me
segurar. Eu e ela desfalecemos juntos. Eu sem força, ela sem ar... Pensei que
tínhamos morrido juntos, mas espantosamente continuei vivo. Ela não.
Lição número oito:
“Não morder a Bella. Tentar os travesseiros.”
Quando vi as duas bonecas
restantes sobre minha cama, deitadas lado a lado, uma de frente e outra de
costas, percebi que eu tinha me tornado um “homem” de verdade em muito pouco
tempo. A Síndrome da Mente Pervertida já tinha me contaminado. Um ménage me aguardava.
Agradeci
aos céus por ter escolhido a “completa”. Não vou contar o que rolou entre nós,
mas que foi uma loucura, ah foi!!! Se as meninas
quiserem elas contam.
Lição número dez:
“Um é pouco, dois é bom, três é demaaaaaais!!!. Não deixar Bella saber disso.”
Enquanto a lancha rasgava o
Oceano Atlântico em direção à Ilha de Esme eu sabia que a fase “inflável” da
minha vida sexual tinha ficado definitivamente para trás, para sempre... Eu
agora iria fazer amor com a verdadeira mulher da minha vida. Minha Bella...
Minha esposa de carne, osso e sangue...
POV EMMETT
– Kkkkkkkkkkk... Puta que pariu,
de quem são essas duas bonecas infláveis que eu achei escondidas aqui na
garagem?
FIM
E então, gostaram? Eu ri muito quando
li. O pobre Edward pelejando pra não matar as moças, enquanto treina pra lua de
mel foi realmente hilário. Só de imaginar a situação eu já fiquei com pena
dele. Se mesmo treinando ele machucou sua Bella, imagina se não tivesse matado
algumas meninas antes...
Vocês gostaram da novidade da
Oneshot? Se tiverem muitos comentários aprovando a idéia eu começo a colocar
algumas também, além das fics. Vou aguardar a decisão de vocês. Beijos e até a
próxima (se vocês quiserem).

Eu quero adooooorreeeei é muito engraçado kkkkkkkkkkkkkkkk'
ReplyDeletetadinho do ed o emmett descobriu KKKKKKKKKKKKKK continua postando sim adoreeei auhsuah' :)
Nossa, adorei.. tbm ri muitooooo!!!!!!!!!!!
ReplyDeleteEssa é o outro lado da história que titia Stephe não contou para nós.
Obrigada Valentina LB por nos contar esse segredinho do Edward..
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.................
To rindo até agora....kkkkkk muito engraçado!!!!
ReplyDeleteKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK EU TO ME ACABANDO DE RIR JUNTO COM MEU MARIDO KKKKKKKKKKKKKKKKKKK VOU COMPRA UMA PRA ELE USA TBM, TADINHO DO ED AGORA QUE O MMT ACHOU AS MOÇAS NA GARAGEM ELE TA FERADO KKKKKKKKKKKKKKK VEM AQUI ED EU TE ENCINO
ReplyDeletekkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Gostei muito,tô me acabando de rir,quero mais bjs.
ReplyDeletekkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk..essa estória é muito boa....quem diria que o Edward iria gostar tanto de praticar nas bonecas infláveis!!!!!kkkkkkkkk
ReplyDeleteParabéns Valentina!!! Adorei essa oneshot
Fico só imaginando o que aconteceu com ele e as outras duas moças que sobreviveram kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Adorei! Muito bom.
ReplyDelete